| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
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Do Editor |
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| Usuário como refém Está claro que o usuário do transporte público de Rio Branco virou refém dos empresários e funcionários do sistema de transporte público de Rio Branco. Desde ontem, cerca de 50% da frota das empresas está paralisada. No final da tarde, uma grande confusão se formou no terminal. Todos queriam um coletivo para retornar a sua residência depois de um dia de trabalho estafante ou da aula, mas não havia nenhum para servir de remédio. Tudo isso por causa de uma negociação mal sucedida entre patrões e empregados. Os motoristas e cobradores reivindicam reajuste salarial e outras cláusulas do acordo coletivo e os empresários se negam a pagar, pois também não conseguiram reajuste na tarifa. Nisso tudo é o usuário quem está pagando o pato. O dia de ontem foi um prenúncio do que serão os próximos até que ambas as partes cheguem a um acordo. A prefeitura ou mesmo os órgãos de proteção do consumidor devem tomar providências contra essa situação para evitar que os que dependem dos coletivos fiquem prejudicados. Talvez essas instituições devessem mesmo intervir e buscar conduzir as negociações. Assim, talvez, de forma madura, ambos os lados estariam mais perto de um acordo amigável. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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