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Nilson Mourão destaca sucesso do ProUni
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Brasília - O Programa Universidade para Todos (ProUni) continua fazendo muito sucesso em seu papel social de ajudar estudantes pobres a cursar o ensino superior em universidades privadas, elevando seus conhecimentos e dando oportunidade para todos os brasileiros sejam bem sucedidos na vida. Segundo informou o deputado federal Nilson Mourão (PT-AC), para esse segundo semestre, o ProUni preencheu inicialmente 93% das vagas que ofereceu, tendo sido selecionados 43.614 estudantes de baixa renda, de um total de 200.969 inscritos. O programa ofereceu 47.059 bolsas em 834 instituições de ensino de todo o país. Desse total, 35.162 são de bolsas integrais e 11.897 parciais, no valor de 50% da mensalidade. Para o deputado, o Ministério da Educação deverá preencher as vagas restantes com um segundo processo seletivo, apesar das dificuldades de divulgação impostas pela legislação eleitoral. Nesse sentido, Mourão lembrou a declaração do ministro da Educação, Fernando Hadad, de que a divulgação das inscrições fica sujeita à avaliação do Tribunal de Superior Eleitoral. “Estamos encontrando algumas dificuldades em fazer o segundo processo seletivo em torno dessas bolsas, mas faremos”, disse o ministro. Nilson Mourão informou que das bolsas concedidas pelo Programa Universidade para Todos, 22.010 são para alunos que se declararam negros. Além das inscrições gerais, o programa preencheu a grande maioria das vagas destinadas a alunos cotistas para o segundo semestre. Das 13.898 reservadas aos negros, indígenas e pardos, sobraram apenas 425 ou cerca de 3% do total. O ministro Fernando Haddad também lembrou que o número o dado das vagas de cotas não é suficiente para mostrar o interesse da população cotista pelo programa, já que os alunos não são obrigados a se inscrever como tal. Portanto, o número de alunos pertencentes a estes grupos étnicos é maior. Hadad destacou o fato de mais da metade dos bolsistas terem se declarado negros. No caso dos índios, o número de aprovados foi bem menor que na seleção de 2005, que registrou 527. O deputado Nilson Mourão informou que houve mudança no modo de avaliação da declaração de raça, devido a queixas recebidas no ano passado. “Foi aberto um campo em que o autodeclarado indígena tinha que informar a língua e a região de onde provinha. Isso fez cair o número de selecionados”, disse. O procedimento foi adotado em comum acordo com a Fundação Nacional do Índio (Funai) e com os órgãos internacionais que lidam com o assunto. O ministro Fernando Hadad, por sua vez, informou ainda que a metodologia havia sido adotada no primeiro processo seletivo deste ano. “Isso foi feito para justamente inibir a autodeclaração de indígenas, já que é mais difícil de constatar, na presença da pessoa, se a informação procede ou não”, destacou Hadad. Mourão destacou que independentemente da autodeclaração, todos os inscritos devem preencher alguns requisitos, como nota mínima de 45 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e renda familiar de no máximo R$ 525. Pelo ProUni, o governo disponibilizou 138.668 vagas este ano e mais de 250 mil depois que o programa foi lançado. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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