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Semana Nacional do Excepcional tem início no Acre Programação tem objetivo de buscar igualdades de oportunidades |
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Mais de 50 alunos da Associação de Pais e Amigos do Excepcional (Apae) participaram na manhã de ontem de uma passeata no centro da cidade que marcou a abertura da Semana Nacional do Excepcional. A atividade foi realizada paralelamente em todas as cidades brasileiras onde há um sistema de ensino para alunos especiais, aproximadamente 2,5 mil municípios. Em Rio Branco, os participantes do ato saíram nas principais avenidades da cidade levantando cartazes e faixas que pedia apoio da sociedade acreana e diziam igualdade de oportunidades para todos. “O verdadeiro objetivo dessa mobilização é mostrar para a sociedade e às autoridades do Brasil que essas pessoas têm algumas limitações, mas não são inválidas. Queremos que todos os cidadãos reflitam sobre as dificuldades enfrentadas pelas pessoas especiais”, enfatizou Wellyton Melo de Souza, presidente da Apae em Rio Branco. Segundo ele, dos 250 jovens matriculados na Apae, boa parte já estão empregados em supermercados e outras empresas que disseram não ao preconceito e abriram espaço aos excepcionais. Desses adolescentes, muito são fonte de renda em seus lares. “Isso prova que eles são capazes e que são normais, sim. Basta a sociedade dá oportunidade a eles”, acrescentou. Durante toda essa semana, a associação estará desenvolvendo uma série de atividades baseadas no tema “Participação e autogestão: em busca da igualdade de oportunidades”. De hoje até a próxima terça-feira, os membros da entidade passarão por várias instituições de ensino superior e escolas da rede pública e privada do Estado para ministrar palestras sobre o trabalho que é desenvolvido pela Apae, falando da necessidade que a associação tem de obter apoio da sociedade. O encerramento de todas as atividades acontecerá na Aseel, em um momento de lazer e descontração onde estarão reunidos todos os 250 alunos, pais e professores da associação. Falta de apoio financeiro Durante a programação de abertura da Semana Nacional do Excepcional, jovens da Apae fizeram apresentação da “Dança do Tacacá” e “do Seringueiro”. As coreografias seriam mostradas no 7º Festival Nacional Nossa Arte, que está acontecendo em Joinvile (SC), porém, a falta de apoio financeiro não possibilitou que o grupo de dança viajasse até a região Sul do país. “Lamentavelmente o povo brasileiro ainda não acordou para a importância que se tem de ajudar instituições filantrópicas, como é o caso da Apae, embora tenhamos instalado um programa de telemarketing na associação, através do qual os acreanos têm demonstrado solidariedade e nos ajudado”, destacou Wellyton. | |
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