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Seminário aponta avanços na gestão em terras indígenas |
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O evento que inicia hoje, a partir das 8 horas, no auditório da Secretária da Mulher, com término no dia 24, apresentará o trabalho conclusivo de mapas e documentos do etnozoneamento realizado em cinco terras indígenas. Ressaltando que o etnozoneamento foi realizado no Acre com financiamento do Projeto de Gestão Ambiental Integrada (PGAI), através da Cooperação Alemã, e pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Realizado por meio da Gerência Indígena, o seminário amplia enquanto evento, em uma discussão de ações realizadas e futuras ações, na gestão territorial das terras indígenas do Acre. Na oportunidade, será lançada a revista “Aprendendo com a natureza”, e serão apresentados os vídeos “Etnozoneamento da Terra Indígena Mamoadate e Manejo dos Quelônios”. “Durante oito anos trabalhamos com uma metodologia de pensar a gestão territorial de forma participativa, e essa maneira de trabalhar é algo que pode servir de exemplo”, diz o secretário de Meio Ambiente (Sema) e presidente do Instituto de Meio Ambiente (Imac), Carlos Edegard de Deus. No Estado o etnozoneamento está sendo trabalhado em cinco terras indígenas, são elas: Rio Gregório, Caucho, Katutkina/Kaxinawa de Feijó, Colônia 27 e Caeté. Sendo que nestas terras estão os povos das etnias Yawanawá, Katukina, Kaxinawa, Shanenawa e Jaminawa. Será entregue para cada representante destas cinco terras, os mapas temáticos: mapa histórico, de caçada, de recursos hídricos e ocupação humana, de pesca, de extrativismo, de ameaça e de vegetação. Discutindo a gestão territorial A programação do seminário apresenta mesa redonda, discutindo o tema: “Futuro da Gestão Territorial em Terras Indígenas, entre muitos outros assuntos em palestras e explanações. O evento, segundo a gerente do Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE), Magaly Medeiros, apresentará aos representantes das terras indígenas, os resultados alcançados nas cinco terras. Esse resultado possibilitará definir as diretrizes para a gestão destas terras. Representantes da Funai e Ministério do Meio Ambiente (MMA) foram convidados a participar do seminário, para conhecerem o trabalho, e quem sabe, adotar a metodologia usada no Acre. Serão três dias de intensa discussão, apresentação de trabalho, e propostas para a gestão territorial em terras indígenas do Estado do Acre. |
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