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Da Redação

 

Vendem-se terras na Amazônia. E pela internet

Grandes propriedades na Amazônia sem comprovação de titularidade estão sendo anunciadas para venda em sites na internet, denunciou ontem o coordenador para Amazônia do Greenpeace, Paulo Adário. Muitos terrenos estão localizados em áreas de exploração irregular de madeira. O ambientalista citou o exemplo do anúncio de venda de propriedade de 300 mil hectares em Altamira (PA), à margem do rio Iriri, que promete “excelente documentação”. A região tem vários pontos invadidos por madeireiros para exploração de mogno. Os preços das propriedades na Amazônia anunciadas na internet variam de R$ 50 a R$ 60 por hectare.

Coisas da vida

Precisei dos bons serviços da senhora Leia Borges Carneiro Marques, médica dermatologista. A atenção dispensada por esta profissional exemplar me leva, hoje, a enaltecer o trabalho digno prestado, já, por uma boa parte da classe médica com zelo, dedicação e competência. A Dra. Leia é tudo isto e muito mais.

Todavia, cabe um pequeno adendo. Enquanto os médicos mais novos atendem solicitamente, as suas secretárias, no mais das vezes, precisam de cursos de relações humanas. Elas estão sempre mal-humoradas e sempre têm uma lista de amigos que devem ser atendidos antes dos demais pacientes, estejam eles no Estado em que estiverem.

No caso da Dra. Leia, não obstante a sua atitude cortês e abnegada, antes, o cidadão tem que passar por uma triagem “especializada” levada a efeito pela secretária. Eu e meu filho Andrei, então, não estávamos trajados de calças de linho e camisas de seda, nem cromos alemães. Cara de pobre. E deu no que deu. A secretária nos tratou na ponta do pé, foi mal educada, inclusive com a médica que lhe dá emprego. Trata-se de uma criatura enjoada, antipática, petulante, arrogante, inepta, ineficiente e ineficaz, sem os qualificativos mínimos para exercer a função que exerce.

Enfim, são coisas dessa vidinha nossa de pobre. (José Cláudio Mota Porfiro)

Preocupante!

É preocupante a aprovação da CPI para analisar a atuação da PGE, pelo fato de o Estado ter sido vencido em um processo judicial. A advocacia, pública ou privada, não está obrigada a vencer sempre, são vários fatores a considerar, especialmente a matéria sob apreciação e o entendimento dos tribunais superiores em relação a elas. A ingerência política em matéria técnica é ainda mais preocupante. A CPI dos Marajás da Assembléia pretende investigar a atuação técnico-jurídica da PGE, a fim de retirar o foco de seu verdadeiro fundamento. Ao que parece quem alardeou que a defesa do Estado não teria sido eficiente,  não compreendeu a real situação de mérito da ação judicial em que o Estado foi vencido, pois na verdade se sabe que o Estado jamais poderia vencer a Ação Judicial, pois no mérito o STF em ações semelhantes já havia se posicionado contrário à pretensão do Estado. Com certeza devemos ter situações mais graves que mereçam uma CPI. (Lúcia Vieira Melo, advogada)

FPA no Acre

A Editora e Fundação Perceu Abramo tem agora no Acre um representante legal e autorizado em vendas e assinaturas da revista Teoria e Debate.

Para quem não conhece, a Fundação Perseu Abramo (FPA) foi criada em 1996, pelo Partido dos Trabalhadores para desenvolver projetos de caráter político-cultural.

Ela recebeu o nome de Perseu Abramo para homenagear o jornalista e professor universitário que participou da fundação do PT e sempre trabalhou para a construção do modo petista de refletir e construir. Segundo seu representante no Acre, o jovem Edicarlos Costa ela é um espaço para o desenvolvimento de atividades de reflexão político- ideológica, estudos e pesquisas, destacando a pluralidade de opiniões, sem dogmatismos e com autonomia. “A FPA busca articular o diálogo do pensamento progressista com a tradição do socialismo democrático e com a cultura popular, contribuindo para a constituição de uma nova cultura política brasileira”.

Para os interessados, o contato de Edicarlos Costa é pelo telefone 9974-4047.

Vendas de consórcio crescem 3,2%

São Paulo - A venda de novas cotas de consórcios cresceu 3,2% nos primeiros quatro meses do ano, totalizando 533 mil, contra 516,7 mil no mesmo período do ano passado. O total de participantes atingiu 3,19 milhões em abril, 6,7% mais que em igual período em 2003, segundo dados da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (Abac).

No segmento dos consórcios de veículos automotores (automóveis, motocicletas, caminhões, ônibus e outros, novos e usados, nacionais e importados), o crescimento foi de 5,6% no número de participantes, que totalizou 2,80 milhões em abril. Foram comercializadas 430 mil novas cotas no quadrimestre, contra 433,7 mil nos quatro meses de 2003. O setor de motocicletas continua tendo a maior participação, com 57,2% no total de consorciados.

O total de participantes de consórcios de imóveis registrou aumento de 41,6% entre abril do ano passado e deste ano, chegando a 187,8 mil. As vendas de novas cotas subiram 30,5%, para 37,2 mil nos primeiros quatro meses do ano.

FGTS para construir a casa própria

Brasília - O pequeno proprietário de terra vai passar a contar com o financiamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para a construção da casa própria. Nesta terça-feira o Conselho Curador do FGTS incluiu a habitação rural como parte permanente dos programas financiados pelo Fundo de Garantia.

Segundo o diretor de FGTS da Caixa Econômica Federal, Joaquim Lima, o fundo já vinha financiando projetos pilotos de habitação rural. “Comprovamos a viabilidade do projeto e agora o pequeno proprietário vai poder ter acesso ao crédito de forma permanente”, disse. De acordo com Lima, a única restrição para a área rural é que não será permitida a aquisição de terreno com recursos do fundo. Para ter acesso ao financiamento o trabalhador rural já terá que deter a propriedade da terra.

As demais exigências são as mesmas do trabalhador urbano, o que significa, por exemplo, ter renda familiar de até 12 salários mínimos. O Conselho Curador também não estabeleceu limites para a liberação dos recursos. O financiamento rural estará dentro da programação orçamentária do FGTS para este ano. O montante de recursos para a habitação ultrapassa a R$ 4,6 bilhões.

 

 
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Rio Branco-AC, 23 de junho de 2004
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