| POLÍTICA | |
Diagnóstico do tracoma é realizado entre estudantes da capital Doença pode causar cegueira se não for contida |
![]() Exame é simples e pode evitar problemas de visão |
Em média são realizados 1,5 mil exames anuais nas escolas municipais e estaduais, sendo que neste ano, das 490 crianças do ensino primário já examinadas, 57 tinham a bactéria. Elas tomaram a medicação, composta de dose única e chamada de azitromicina. Nos casos em que se constata a doença, os técnicos da saúde estendem o tratamento aos familiares, uma vez que é possível o contágio de outros membros da família. Conforme Jeosafá César da Costa, diretor da Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica e Ambiental de Rio Branco, o índice de prevalência da doença no Acre é de 10%. “Em alguns locais, constatamos que os casos foram maiores, por isso concentramos esforços nessas áreas de maior incidência”, explica. Atualmente, os técnicos da Secretaria de Saúde trabalham nas escolas Santo Antônio, no Ramal Belo Jardim, João Paulo, no final do bairro Sobral, e na Duque de Caxias, às margens da BR-364, sentido Rio Branco/Porto Velho. A equipe é composta de quatro enfermeiras e uma médica. A doença, causada pela bactéria chlamydia trachomatis, e é transmitida por contato direto com os olhos, com o nariz e com secreções bucais de indivíduos afetados ou então por meio de objetos que estiveram em contato com essas secreções. A recomendação é de que, ao começarem os sintomas da doença - irritação, vermelhidão, dores e secreções nos olhos, entre outros -, a família deve procurar um centro de saúde para fazer o exame. |
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| Com Moisés Alencastro |
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