COLUNAS
   PORONGA
Da Redação  
FRASE

“Eu sei olhar o rio por onde a minha vida passa.”

Ana Carolina, cantora e compositora


Ação de embargo

Aposentados e pensionistas da ex-Guarda Territorial dormem e acordam pensando em receber o valor referente a uma ação que foi vencida em todas as instâncias da Justiça. A previsão de pagamento era no início do próximo mês, mas não acontecerá. Tudo porque o advogado Pedro Paulo Castelo Branco entrou com uma ação de embargo exigindo receber os honorários. A direção do sindicato afirma que ele não tem direito a isso.

Só em abril

A direção do sindicato não faz nenhum elogio ao advogado. Segundo os dirigentes, o atraso vai prejudicar muita gente, que provavelmente só receberá o dinheiro em maio, quando sair o pagamento de abril. Isso se o ministro responsável pelo caso derrubar o embargo.

Segurança da Ordem

Para divulgar a trabalho dos advogados, a OAB mandou confeccionar peça publicitária falando sobre a segurança que um causídico pode oferecer ao cidadão. O problema é que puseram no material uma criança - muito bonita, é bom que se diga - sentada com o cinto de segurança num carro. A propaganda ficaria melhor se tivesse sido para educação no trânsito.

Igreja social

O professor Estanislau Paulo Klein, da Ufac, lança nos próximos dias um livro bastante interessante. Ele abordará o papel social, na organização dos movimentos sociais, da Igreja Católica no Acre. Klein é autor da obra “Santos da Floresta”.

Conta cobiçada

A notícia de que a direção do Banco da Amazônia conversou com deputados da mesa diretora da Aleac causou um rebuliço na Caixa Econômica e no Banco do Brasil. A Aleac tem mais de 500 contas de funcionários e um orçamento mensal de R$ 4,3 milhões. É uma “baba” que deixa a conta bastante cobiçada.

História vulgar

Abrahim Lhé Farhat continua seu tiroteio contra a minissérie “Amazônia - de Galvez a Chico Mendes”. Questiona ele: “Se a idéia era apenas ganhar dinheiro, por que não transformaram a nossa sucuri na anaconda e o mapinguari no King Kong?”. Para Lhé, o excesso de cenas de sexo nos capítulos vulgarizou a história acreana. Ele não está sozinho.

Revolução sexual

Ainda segundo Lhé, a minissérie, em vez de enfocar a Revolução Acreana, optou por investir numa revolução sexual florestal, onde todos traem todos. “Parece que somos filhos das Delzuítes e dos Viriatos”, destaca.

Bancada muda

Vários deputados, apesar de pertencerem a partidos diferentes, fazem parte de uma mesma bancada na Aleac. Trata-se da “bancada dos mudos”. São aqueles que entram calados e saem de boca fechada em cada sessão.

Bons de votos

Questionado por que ainda não subiu à tribuna para discursar sobre os temas diversos da sociedade, um desses deputados da “bancada dos mudos” abriu a boca e respondeu: “O deputado Elson Santiago nunca fez um discurso. Mesmo assim, está no sexto mandato consecutivo”. Faz sentido.

Boca Júnior

“Boca” é como é conhecido o rapaz que cuida do bar no Bancrévea Clube. Sábado passado, os peladeiros se reuniram para festejar o nascimento do seu filho, que logo foi rebatizado de Boca Júnior. Entre uma cerveja e outra, o empresário João Batista Badate indagou qual era o verdadeiro nome do menino. De pronto, o pai respondeu que era Thierry. Intrigado, Badate perguntou como se escrevia. Boca pai respondeu: “Olha, minha parte é trabalhar para pôr a comida em casa. O departamento de educação familiar e o nome da gurizada estão a cargo da minha senhora”.

Duas alianças

O coordenador de Contabilidade da Aleac, Pedro Cruz, ostenta duas alianças grossas na mão esquerda. As jóias têm os nomes da sua esposa, Doralice, e de Jesus gravados. Quando indagado o porquê disso, Cruz responde: “Uma me bate e o outro me protege”.

Tião VitorMelhora de desempenho

Ansiosos com a demora do deputado Edvaldo Magalhães (PC do B) em nomear os cargos comissionados, funcionários da Aleac suspeitam de que as nomeações só sairão quando o Corinthians melhorar seu desempenho e o Andirá for campeão acreano de futebol. Esses são os times que o comunista torce.

Costa do Marfim

Direto da Costa do Marfim, onde está a serviço, o candidato derrotado ao Senado em 2006 Chagas Freitas envia carta aos veículos de comunicação explicando por que ingressou na Justiça querendo o mandato do senador Tião Viana. Segundo Freitas, ele está exercendo o que considera seu direito. Caberá ao Judiciário decidir sobre o pleito.

Tiro no delegado

Comumente cordato, Chagas Freitas abre o verbo contra o deputado-delegado Walter Prado (PSB). “Ele nunca tomou qualquer posição própria. Sempre esteve puxando o saco dos governadores e vivia pedindo para que o PFL deixasse uma ficha que ele iria se filiar ao partido, no último prazo, para se vingar do ex-governador Jorge Viana, que, segundo ele, não o prestigiava nomeando-o secretário de Segurança. O resultado todos nós conhecemos”, diz. Pela postura de Chagas, fica a razão com Prado quando afirma que o pefelista nunca foi diplomata.

União

A reunião dos deputados federais com os prefeitos chama a atenção para que seja lembrada a importância desse trabalho integrado entre parlamento e Executivo. É por agir assim que este ano, pela primeira vez, sairá emenda de bancada para os municípios. No passado, cada um olhava apenas para o município que lhe interessava eleitoralmente.

Emendas herdadas

É intensa a movimentação dos atuais deputados para herdar as emendas feitas pelos parlamentares derrotados nas eleições do ano passado. Como não têm suas emendas, os novatos vão adotar a dos balseiros.

 
 
© Copyright Página 20 todos os direitos reservados    -      Imprimir       -       TOPO
Rio Branco-AC, 24 de março de 2007
   GIRO GERAL
Com Moisés Alencastro
   NA TRIBO
Com Roberta Lima
   PORONGA
Da Redação
 
 
P E S Q U I S A

 COTIDIANO
 COLUNAS
 CHARGE
 EDITORIAL
 ENTREVISTA
 ESPECIAL
 ESPORTE 20
 POLÍTICA
 OPINIÃO
 VARIEDADES
 EDIÇÕES
 EXPEDIENTE
 E-MAIL