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Sete Luas tocando o Acre Novo trabalho da banda é atração no “Acústico em Som Maior” |
![]() Sons com música regional e popular brasileira serão apresentados durante o evento |
O som de cada instrumento ajuda a construir as canções que contam uma história, falam de personagens, exibem o Acre e sua gente. Assim se constrói o show instrumental “Tocando o Acre”, da Banda Sete Luas, apresentado no último dia 20, pelo projeto “Acústico em Som Maior”, e que se repetirá nas três próximas terças, às 19h30, no Teatro Hélio Melo. Homenagens através da música a Hélio Melo, Tião natureza e Daniel Pereira de Matos (fundador da Barquinha) refletem em momentos de emoção entre público e artistas. Composições do músico Carlos Alberto, o CA, completam o show que segundo ele, é a realização de um antigo sonho. Junto a CA, os músicos Paulinho Nobre na bateria, Jenilson no saxofone e flauta, Jasiel Ribeiro no teclado integram a banda. Participações especiais também de Mirim, no piano, Antonio Brandão, na percussão, Pedro, no violino. A cada show, cantores também mostram seu talento. No primeiro deles participaram, Verônica Padrão, Diogo Soares e Nemias. No segundo, os nomes ainda é mistério. O início – Sete Luas é o nome da banda responsável pela criação de um novo conceito para os ouvidos e o corpo. O primeiro passo para este resultado começou na escola de música do Centro Cultural Tucumã, durante a coordenação de Jorge Anzol, quando Carlos e Charles conheceram-se e decidiram montar uma banda, foi então que surgiu há três anos, a Mapinguari Blues. Mudanças – Mas a necessidade também cresceu, e essa turma queria colocar em prática o novo conhecimento, foi aí então que criaram uma banda instrumental, a Blue Note. O estilo surpreendeu mais ainda, quando mesclaram sons, inovando, e deixando claro que criatividade não era problema. A mistura, veio dos rituais da Ayahuasca e indígena. Resultado – Mas não parou por aí, e essa turma resolveu mais uma vez inovar, unindo tudo o que criaram, e aí surgiu a Sete Luas. O nome foi escolhido a partir da crença dos índios que a cada sete luas festejam nas tribos, comemorando a colheita, por acreditarem que esse é o período necessário para o plantio ser colhido com bastante energia da terra, porque esse é o tempo certo. Inovação – Trabalhando com uma célula rítmica que ninguém trabalha por aqui, que é o Maracá – instrumento usado no ritual religioso da Ayauashca, e ritmo indígena, a banda ousa em criar. O show “Tocando o Acre” é um passeio ao choro e jazz, com a proposta de apresentar uma linguagem musical atualizada. O show é a atração do “Acústico em Som Maior”, que é uma realização do Governo do Estado, por meio da Fundação Elias Mansour. Serviço: |
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