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Fundação Darcy Ribeiro acompanha e faz a capacitação de professores que atuam no programa |
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As conselheiras da Fundação Darcy Ribeiro, Maria Célia e Mota e Leila Riboura, estão em Rio Branco fazendo a capacitação pedagógica dos educadores do Programa Nacional de Inclusão de Jovens, o Projovem. A Fundação é responsável pela capacitação, formação inicial e continuada dos educadores e também pelo acompanhamento pedagógico do Programa. As ações continuadas têm o objetivo de enriquecer o trabalho do professor no uso do material didático em sala de aula. “A ação de acompanhamento é feita junto à coordenação municipal do Projovem e conta com a participação de professores e alunos, buscando uma educação com mais qualidade”, destacou a conselheira, Leila Riboura. O programa oferece aos jovens, durante um ano, a chance de aceleração de aprendizagem para conclusão da 8ª série, inclusão digital e qualificação profissional básica. Os alunos têm incentivos mensais de R$ 100, em recursos da União repassados por convênio e podem ainda desenvolver ações sociais em suas comunidades. Em 2005, foram incluídos 200 mil jovens no programa. O Projovem propõe uma inclusão bancária, onde a pessoa cadastrada recebe uma bolsa enquanto estiver freqüentando as aulas. “O que acontece com esses jovens é que a maioria não tem CPF e coloca o do irmão, do pai ou da mãe; quando os dados chegam no Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), o cadastro não bate e essas pessoas ficam sem receber o benefício. A Caixa Econômica então para não prejudicar estes jovens criou o Número de Inscrição Social que é válido por três meses até que a situação cadastral seja regularizada. É importante destacar também que é necessário uma freqüência mínima de 75% às aulas, caso contrário os benefícios são cancelados”, informou Leila Riboura. As conselheiras destacaram o apoio da prefeitura de Rio Branco na gestão e no engajamento de políticas públicas voltadas para a educação “O programa em Rio Branco é excelente e estar em nível bem acima de outras capitais que já visitamos”, disse Maria Célia e Mota. O programa propõe aceleração escolar a jovens de 18 a 24 anos, que moram em capitais, estejam fora do mercado formal de trabalho e que não concluíram a 8ª série do ensino fundamental. Ele é tocado pelo Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade e da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. |
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