| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
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Do Editor |
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| Cidade em estado de alerta Se as chuvas que desabam nas cabeceiras do rio Acre desde dezembro do ano passado persistirem com essa intensidade, grande parte da população do Estado, especialmente da capital Rio Branco, vão ter novamente sérios problemas com as cheias, que transtornam a vida de milhares de famílias nessa época chamada “invernosa”. O transbordamento dos igarapés Batista e São Francisco neste começo de semana, atingindo cerca de dez bairros da capital, é o prenúncio de que os problemas estão, infelizmente, apenas começando. Nem a chamada classe média ficou livre do repiquete, que invadiu bairros nobres e causou danos materiais aos moradores. Para agravar ainda mais a situação, o rio Acre viu crescer o volume de suas águas e em dois dias de chuvas o nível saltou para 12,26 metros, ficando a apenas 1,24 metro da cota de alerta, para desespero de famílias de bairros como Ayrton Senna, Taquari e Cidade Nova, os primeiros a sentirem o reflexo da enchente. A prefeitura de Rio Branco faz a identificação e a remoção de famílias cujas casas estão na iminência de desabar, depois que altos índices no volume de água foram registrados em quatro igarapés da cidade entre a noite de terça-feira e a madrugada de ontem. O aumento vertiginoso do volume de água do igarapé São Francisco obrigou a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil a interditar a ponte de madeira que liga o bairro Aviário ao bairro São Francisco, ontem à noite. O fechamento ocorreu às 22 horas, quando o manancial subia em média meio metro a cada dez minutos. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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