| PÁGINA DO EMPREENDEDOR | |
| Flores para o mundo Grupo de jardinagem quer novos sócios para vender flores tropicais para enfeitar o Brasil e a Europa |
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O grupo composto por três mulheres e um homem reúne-se na tarde deste domingo na casa da “Déia” no Belo Jardim para que outras pessoas também venham aprender a cuidar das plantas e juntos eles possam ampliar seus viveiros a fim de atender aos interesses que estão surgindo de todo o Brasil e até da Europa. Os moradores do Belo Jardim, interessados em participar do trabalho podem entrar em contato com Rita pelo telefone 8405-5306 ou com a Déia pelo 3221-5306. Rita lembra que: “Há pouco mais de um ano eu tinha mania de arrancar uma folhinha ou flor quando passava por uma planta. Desdfe que participei de um curso com o professor Paulo, paisagista do Parque Zoobotânico passei a viver uma experiência muito bonita e interessantes. Hoje não faço mais aquilo. Compreendi que embora as plantas não gritem quando a gente faz isso, elas estão vivas então sofrem. Mas ficam muito mais bonitas quando são bem cuidadas”, garante ela. No viveiro tocado em parceria por quatro pessoas eles cultivam mais de 80 variedades de plantas decorativas e medicinais. A partir de treinamentos e apoios recebidos através da Coordenadoria Municipal da Mulher e o Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae) o grupo é um dos cinco que utiliza, em sistema de rodízio, a banquinha especialmente preparada para vender plantas e flores dentro da feirinha do mercado municipal Elias Mansour. Ela esclarece que: “Cada planta tem uma exigência muito diferente da outra, Gosto deste trabalho porque todo dia a gente descobre uma planta nova, novas técnicas, novos adubos. É muito interessante, as rosas e musaendras (rosa da Amazônia) estão dentre as mais delicadas e exigentes, já os cactos são daquele tipo que a gente planta e pode ficar sossegado, só não pode deixar o vaso ou o local muito encharcado”. Apoiados pelo Sebrae, Rita foi uma das 12 pessoas de quatro grupos de mulheres foram conhecer em Ji-Paraná e Jaru em Rondônia os viveiros criados por pequenos produtores que agindo cooperativamente estão vendendo flores tropicais para a Europa. “A gente já tem um começo com mudas e plantas tropicais, mas estamos precisando aumentar o número de participantes no grupo para que possamos aumentar nossos viveiros. A idéia é ampliar o grupo para pelo menos oito pessoas. Coordenadoria da mulher e Sebrae estão nos apoiando porque esse é um negócio que tem tudo para crescer rapidamente”, concluiu. Amendoim: a novidade do Juruá Sandra Assunção Além da farinha de mandioca, mais de dez variedades de feijão, o cultivo do amendoim da espécie cavalo, pode ser uma boa alternativa econômica para os produtores da região do Juruá. Em Mâncio Lima, uma parceria entre Sebrae, prefeitura e agricultores deve resultar em mais de cinco toneladas de amendoim ainda este ano. As sementes foram doadas pelo Sebrae aos agricultores que já plantaram e a prefeitura, fez uma sementeira, garantindo a expansão da cultura. Consultores do Sebrae acompanham todos os passos do projeto, desde o estudo do solo até a capacitação dos agricultores no sistema de produção até o plantio feito agora. De acordo com a engenheira agrônoma, Denize Temporim, o solo arenoso de Mâncio Lima e a grande quantidade de chuvas que cai na região, favorecem o cultivo do amendoim, uma leguminosa bem rústica, que também tem grande poder de recuperação de solos degradados. “O período ideal para o plantio seria em outubro com colheita em abril, mas acreditamos que o plantio feito agora também vai dar certo”, esclarece Temporim. Do Vale do Acre para o Vale do Juruá O amendoim que é bastante cultivado em senador Guiomard , próximo á rio branco, foi trazido para cruzeiro do sul durante a Expoacre Juruá 2006 pelo Sebrae, que quer tornar o cultivo da leguminosa, mais uma oportunidade de geração de emprego e renda. A média de produção do amendoim é de uma tonelada e meia por hectare, com cerca de 30 por cento de perda. Com casca o preço quilo do amendoim alcança R$ 3,00. Cada agricultores pode lucrar até R$ 8.500 por hectare com o amendoim depois de torrado. SEBRAE: expandindo culturas Anualmente durante a Expoacre em Rio Branco , a farinha de mandioca de Cruzeiro do Sul é destaque. O produto é preparado no local e muita gente que não conhece a fabricação acompanha a farinhada ali mesmo. E muitos negócios são feitos entre os próprios agricultores e compradores de Rio Branco, Rondônia, Amazonas e outros estados. Durante a Expoacre Juruá 2006, realizada em Cruzeiro do sul em agosto do ano passado, o amendoim de Senador Guiomard é que foi trazido para o Juruá, despertando o interesse de agricultores e da prefeitura de Mâncio Lima. De acordo com o gerente de Agro negócios do Sebrae, Cléber Pereira Campos Júnior, fazer intercâmbio destas culturas é garantir a possibilidade de geração de emprego e renda em diferentes regiões. “A expectativa é de que este ano na Expoacre Juruá o amendoim produzido em Mâncio Lima seja exposto na feira. A partir daí, supermercados, lojas e indústria de alimentos podem ter adquirir o amendoim do Juruá”, explica Cléber Campos. |
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E x p e d i e n t e : |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |
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