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STF define hoje se libera informações sobre ministro suspeito de envolvimento com jogos ilegais |
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Brasília - O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) apreciará na hoje o pedido do Superior Tribunal de Justiça (STJ) para que sejam fornecidas informações processuais sobre a Operação Furacão. E deverá decidir em maio se acolhe a denúncia e o pedido de prisão preventiva apresentado pelo procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, contra os envolvidos no esquema investigado pela Polícia Federal. A data ainda não foi definida. O pedido de detalhes sobre o inquérito foi apresentado na última quinta-feira (19) pelo presidente do STJ, ministro Raphael de Barros Monteiro Filho, ao presidente do STF, ministro Cezar Peluso. O Superior Tribunal de Justiça quer conhecer formalmente as acusações que pesam sobre o ministro Paulo Medina, irmão do advogado Virgílio de Oliveira Medina, um dos 25 presos durante a operação realizada pela Polícia Federal no último dia 13. Segundo informações divulgadas na imprensa, o advogado teria sido flagrado pedindo propina para que seu irmão concedesse liminares favoráveis aos interesses dos bicheiros e donos de bingos. As conversas telefônicas foram gravadas pela PF com autorização judicial. O ministro Paulo Medina não chegou a ser preso pela PF. Mesmo com o desmembramento do inquérito inicial em dois – um para os suspeitos que têm foro privilegiado (desembargadores, um procurador-regional da República e o ministro Medina) e outro para os demais investigados –, o ministro Peluso segue como responsável pelas investigações que envolvem autoridades públicas, suspeitas por formação de quadrilha, corrupção passiva e prevaricação (quando um funcionário público deixa de cumprir sua função para garantir interesse pessoal). No último sábado (21), além do ministro Paulo Medina, Peluso notificou os desembargadores José Eduardo Carreira Alvim, José Ricardo de Siqueira Regueira e Ernesto da Luz Pinto Dória, e o procurador da República João Sérgio Leal Pereira, para que respondam à denúncia do procurador-geral. (Agência Brasil) |
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