| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
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Do Editor |
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| E a culpa, de quem é? A pergunta que dá título a este editorial é dirigida ao comando-geral da Polícia Militar e à direção da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública. Ela se refere à triste atuação de um policial de trânsito que desrespeitou o juiz federal Jair Facundes e acabou preso pela Polícia Federal. Há três respostas para o caso. A primeira é de que a culpa seria do motorista, que, supostamente, teria desacatado o policial, isso no caso de ser o motorista uma pessoa comum, desconhecedora dos seus direitos e sem poder para agir contra o policial arrogante. A segunda, que foi a que se concretizou, a resposta dada por Jair Facundes, que não se intimidou e soube como agir punindo quem jamais deveria estar nas ruas. Mas o correto mesmo é que a culpa é do comando-geral da Polícia Militar, da corregedoria da instituição e da própria Sejusp, pois policiais como esse há muito fazem e acontecem, mas o corporativismo sempre impera e eles acabam incólumes. O policial em questão, Erick Maciel, protagonizou cena semelhante em frente à sede do Página 20 há cerca de dois meses. Ele bloqueou a entrada e saída dos veículos da empresa e, ao ser questionado, disse ser policial e instrutor de trânsito da Auto-Escola Christus e que, por isso, não tiraria o veículo da auto-escola dali. Imediatamente seus colegas foram acionados e, com deboche e falta de respeito aos funcionários e jornalistas do Página 20, acabaram por intimidar e ameaçar os escribas de prisão. O caso foi relatado à corregedoria da PM, mas, pelo que se vê, nada foi feito. O Página 20 se solidariza com o juiz Jair Facundes e afirma que sua atitude é elogiável. O que entristece, porém, é não haver crença de que algo mude na consciência dos que comandam policiais como Erick. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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