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Do Editor |
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Uma mudança exige outra A maioria dos motoristas de Rio Branco ainda não se deu conta de que precisa participar como parte integrante das mudanças sociais, culturais e estruturais do Estado. Os condutores, que antes reclamavam dos buracos que proliferavam até nas ruas do centro da cidade, trafegam hoje no asfalto liso, com direito inclusive a uma ótima sinalização, mas não abandonaram antigos vícios. O que parece é que eles não estão dispostos a mudar de postura diante do novo e provam isso quando estacionam seus carros e motos nos passeios públicos, atrapalhando a passagem dos pedestres, quando não respeitam a faixa de pedestres, ou seja, onde não há sinalização eles não dão vez para as pessoas passarem e até param seus veículos em cima da faixa. Nas novas vias que foram construídas pelo governo do Estado alguns aproveitam para fazer “rachas”, enquanto outros também ignoram os limites de velocidade e de respeito à vida. A direção perigosa ainda é compartilhada por parte dos motoristas de ônibus, e aí a situação é mais grave por se tratar de um serviço de atendimento ao público. A maioria precisa se conscientizar de que a mudança efetivada no sistema do Estado, em todos os sentidos, exige também a adoção de novas posturas, de novo comportamento por parte de cada pessoa. É aí que entram a educação, o respeito pelo espaço dos outros e o amor pelo Acre. |
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