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FRASE “O povo deve ser tomado em doses bem pequenininhas.” Ralph Waldo Emerson
Boi gordo Para protestar contra a alta carga tributária, os empresários voltaram às ruas com o mesmo boi do ano passado. Nesse período, o pasto foi bom para o animal, apesar da forte seca deste ano. Reparando bem, em relação a 2006, ele está bem mais gordo. O lucro empresarial, também! Política linear Um dos principais problemas no Acre é que inventaram que a política segue uma linha reta na cadeia de sucessão dos cargos majoritários. É como se o processo democrático seguisse numa reta constante. Pelo que se ouve, há pessoas certas para ocupar as cadeiras de governador e de senador pelos próximos 20 anos. A história tem demonstrado que as coisas não são bem assim... Elo quebrado Ocorre que as coisas na política são dinâmicas. Alguém sempre quebra o elo da corrente. Todo político tem suas ambições e não aceita passar a vida inteira como escada para determinados grupos ou pessoas. Uma bomba Deputado telefonou para um amigo jornalista dizendo que tinha uma bomba para apresentar. Ávido pelo furo, o colega saiu de casa às pressas e correu para a Aleac. Quando preparou a câmara para registrar a notícia “bombástica”, o parlamentar puxou da mochila uma bomba junina, daquelas grandes adquirida na Praça da Bandeira. Não houve briga porque a amizade da dupla falou mais alto. Unidade geral Liderança da FPA comentou semana passada numa roda na Aleac que o discurso da unidade da coligação terá que valer em todos os municípios. “Não dá para sair todo mundo junto na capital e esquecer os problemas que temos no interior do Estado”, declarou. Exemplos interioranos Essa mesma liderança citou alguns exemplos em que a FPA terá sérias dificuldades para se manter coesa. São os casos de Tarauacá, Acrelândia e Xapuri. Mas há outras localidades onde poderão acontecer problemas na formação das chapas. Saudade de Zico Em menos de um ano, prefeitos e eleitores do Alto Acre sentiram falta do ex-deputado Zico Bronzeado. Nos quatro anos em que foi detentor de mandato, o petista destinou quase a totalidade de duas emendas para a região. Agora, não há um parlamentar regional. Caçador de carros Um policial civil montou um negócio no mínimo estranho na fronteira com a Bolívia. Junto com o irmão, o agente da lei se especializou em recuperar carros, a maioria camionetes, que são roubadas e levadas para cidades bolivianas. Cobra caro pelo serviço. Poder de polícia Ora, se o policial consegue recuperar os veículos por meio de sua empresa, por que não faz o mesmo no exercício da atividade profissional, já que é pago pelo contribuinte para isso? Recentemente, somente numa noite, foram roubadas sete camionetes em Rio Branco. Parabéns, Pedro! A coluna vai abrir um espaço social para o funcionário da Aleac Pedro Cruz, que amanhã comemora seis décadas mais um ano de vida. Aos 61 anos, ele jura que está “queimando óleo 20”. Pela saúde que tem, o bom Pedro ainda vai comemorar muitos outros aniversários, apesar de fumar um cigarro atrás do outro. Sem parar A eleição para conselheira do TCE não tirou a vontade de trabalhar como parlamentar de Naluh Gouveia (sem partido). Desde que iniciou o debate sobre sua ida para a corte, a deputada apresentou 18 projetos. Um dos que merecem destaque é a que obriga o Banco do Brasil a aplicar recursos em áreas sociais como contrapartida por gerenciar as contas do Estado. Vem pra Caixa... No início do mandato, os atuais vereadores receberam tratamento vip da direção da Caixa Econômica Federal. Fizeram empréstimos, financiamentos e obtiveram outras linhas de créditos. Agora, que caminham para o último ano de mandato, já não são tratados como outrora. Cultura inútil Ainda repercutem as questões que caíram num recente vestibular promovido por uma universidade particular. Entre os temas “relevantes” aos vestibulandos foram perguntadas coisas sobre o filme “Tropa de Elite” e a prostituta Bebel, interpretada pela morenaça toda-boa Camila Pitanga na novela “Paraíso Tropical”. Show do milhão Foram tantas as perguntas consideradas pouco instrutivas que mais parecia um show do milhão. Faltou perguntar onde é afixada a bandeira nacional - se no mastro, na castanheira, na seringueira ou na janela. Chapa de esquerda Confirmada a candidatura de Sérgio Petecão (PMN) a prefeito, a tendência é de que seja formada uma chapa verdadeiramente de partidos nascidos na esquerda, com PT e PC do B. Número de votos Em 2004, o PC do B teve menos votos - pouco mais de seis mil -, mas acabou elegendo três vereadores. PT e PMN, que tiveram maiores votações, elegeram apenas um cada. Os comunistas são ótimos em estratégia. Projeto nacional Qualquer candidato que pretender enfrentar Raimundo Angelim (PT) com chances de disputar deve deixar claro que sua candidatura também faz parte de um projeto de desenvolvimento nacional. O ex-governador Jorge Viana (PT) fez isso em 1998, quando se aliou ao PSDB, embora os petistas fossem adversários de FHC. Poucas chances Mesmo sendo petista e amigo do hoje presidente Lula, Jorge Viana sabia que o ex-metalúrgico não teria chances contra FHC naquele ano. Como tinha um tucano de vice, conseguiu muitas coisas no governo federal. Postura parlamentar Será que alguém parou para pensar como se comportarão os deputados nas eleições 2008? Há muita reclamação da porta do plenário para fora. Emenda e soneto Emendas parlamentares dos deputados estaduais começam a ser liberadas dia 27. Coincidentemente, nesta semana será votado o orçamento do Estado para 2008. Cada parlamentar tem direito a R$ 50 mil. É pouco, mas, bem dividido, rende voto. Reunião nacional Sérgio Petecão (PMN) participa hoje do encontro nacional do seu partido, em São Paulo. Os mobilizadores debaterão as orientações e os caminhos a seguir em 2008. A provável candidatura do deputado federal a prefeito de Rio Branco entrará em pauta. Vítima Será uma tolice sem tamanho querer intimidar Sérgio Petecão com a história de que ele pode ser cassado por suposta compra de votos. O processo foi julgado na Justiça Eleitoral acreana e ele venceu por unanimidade. Entrar numa discussão dessa só vai beneficiá-lo, já que o deputado aparecerá como vítima para a opinião pública. Há exemplos na história. O ano de 2002 está bem ai! |
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