COTIDIANO
 COLUNAS
 EDITORIAL
 ENTREVISTA
 ESPECIAL
 ESPORTE
 POLÍTICA
 NACIONAL
 OPINIÃO
 VARIEDADES
 EDIÇÕES
 EXPEDIENTE
 E-MAIL
 
NACIONAL

Questões de saúde pública

Melhoria do atendimento traumatológico à população é desafio, diz médico

 


Petterson Rodrigues

São Paulo - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, reconheceu ontem que a proposta de reforma tributária que o governo deve enviar nesta quinta-feira (28) ao Congresso Nacional não é a que o setor produtivo esperava, mas a possível no momento, e que será aprovada pelo Congresso.

“Não é o que o setor produtivo esperava, mas acho que é um passo importante por ser uma reforma tributária que não passou nos governos anteriores e que, nesse primeiro momento, pode passar neste governo. Agora não será o bastante e nós devemos avançar mais”, afirmou.

De acordo com Miguel Jorge, uma proposta com maior alcance possivelmente não seria aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.

“Dificilmente nós aprovaríamos uma reforma ampla, geral e irrestrita. Portanto acho que essa reforma é a possível nesse momento e, certamente, nós podemos avançar muito mais depois que essa reforma tiver sido aprovada”, disse.

O ministro Miguel Jorge participou da cerimônia da assinatura do convênio entre Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) para promover a imagem do etanol brasileiro no exterior como energia limpa e renovável. (Agência Brasil)

 
NACIONAL
© Copyright Página 20 todos os direitos reservados    -      Imprimir       -       TOPO
Rio Branco-AC, 26 de fevereiro de 2008
   GIRO GERAL
Com Moisés Alencastro
   NA TRIBO
Com Roberta Lima
   PORONGA
Com Leonildo Rosas
 
 
P E S Q U I S A