| COTIDIANO |
| COLUNAS |
| EDITORIAL |
| ENTREVISTA |
| ESPECIAL |
| ESPORTE |
| POLÍTICA |
| NACIONAL |
| OPINIÃO |
| VARIEDADES |
| EDIÇÕES |
| EXPEDIENTE |
| NACIONAL | |
Questões de saúde pública Melhoria do atendimento traumatológico à população é desafio, diz médico |
|
São Paulo - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, reconheceu ontem que a proposta de reforma tributária que o governo deve enviar nesta quinta-feira (28) ao Congresso Nacional não é a que o setor produtivo esperava, mas a possível no momento, e que será aprovada pelo Congresso. “Não é o que o setor produtivo esperava, mas acho que é um passo importante por ser uma reforma tributária que não passou nos governos anteriores e que, nesse primeiro momento, pode passar neste governo. Agora não será o bastante e nós devemos avançar mais”, afirmou. De acordo com Miguel Jorge, uma proposta com maior alcance possivelmente não seria aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado. “Dificilmente nós aprovaríamos uma reforma ampla, geral e irrestrita. Portanto acho que essa reforma é a possível nesse momento e, certamente, nós podemos avançar muito mais depois que essa reforma tiver sido aprovada”, disse. O ministro Miguel Jorge participou da cerimônia da assinatura do convênio entre Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) para promover a imagem do etanol brasileiro no exterior como energia limpa e renovável. (Agência Brasil) |
|
| NACIONAL | |
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |