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Aleac aguarda aval da PM para votar projeto de organização do setor |
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O Projeto de Lei, proposto pelo governo do Estado para organizar a Polícia Militar (PM) a partir das novas condições e realidade do Estado, permanece na Assembléia Legislativa do Acre (Aleac). Ele aguarda o aval da corporação para ser votado e aprovado pelos parlamentares. A afirmação é feita pelo líder do governo na Casa, Moisés Diniz (PC do B), tendo ele garantido que o parlamento só vota projetos em que há pleno consenso entre as partes. Nesse caso, Diniz se refere ao empregador, o Estado, e aos interessados, a PM. “Nós fomos surpreendidos com declarações de dirigentes da associação da PM, levantando dúvidas sobre a questão. Então queremos que eles tirem suas dúvidas e possam ir até a Aleac dizer para os deputados que estão a favor do quadro operacional”, explicou. O líder comunista frisou que a essência do projeto do governo é organizar a PM a partir das atuais condições em que o Acre vive. Ele cita três exemplos, sendo que o primeiro é a intensificação da segurança nas áreas de fronteira. “Temos o Alto Acre que é uma tríplice fronteira. Portanto, precisamos pensar uma PM que olhe para aquela região como uma área que tem três países envolvidos, ou seja, Brasil, Peru e Bolívia”, lembrou. O segundo exemplo dado pelo parlamentar está voltado para um olhar mais atencioso, por parte da segurança pública, ao Vale do Juruá. “Veremos que durante cem anos aquela foi uma região isolada, mas que até 2010 terá asfalto. Junto com a mercadoria e junto com as mulheres e homens de bem que irão circular na área, também haverá a marginalidade, o que requer uma segurança voltada para esta característica”, observou. O terceiro exemplo citado por ele está voltado para outra área de fronteira. “Tínhamos um comando regionalizado em Senador Guiomard, que está sendo transferido para Plácido de Castro. A cidade é menor, mas é lá que está a fronteira. Portanto, é preciso guarnecer aquele local”, reafirmou. De acordo com ele, a proposta de reformulação da PM leva em conta a definição de contingentes, as regionalidades, os índices de violência e os quantitativos de população. “Por isto estamos aumentando o número de vagas tanto para oficiais quanto para soldados”, enfatizou. O projeto inclui um concurso para a composição de mil vagas, sendo 400 para policiais voluntários e 600 para policiais permanentes. “O governador Binho Marques tinha anunciado que contrataria esses mil policiais até 2010, mas com uma decisão radical e avançada, resolveu fazer isso agora em 2008”. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |
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