VARIEDADES

Feira de Conhecimento do Colégio Padrão

Alunos da escola criam exposição sobre drogas, artes, comércio e outros temas de interesse geral

Marcos Vicentti
Estudantes aprendem o valor da
moeda brasileira e criam comércio


Andréa Zílio

Pelo oitavo ano, o Colégio Padrão, no bairro Geraldo Fleming, movimenta a comunidade na realização da Feria de Conhecimento, feita pelos estudantes de turmas do jardim de infância até a 8ª série. Ontem, foi o dia deles colocarem em prática e ensinarem o que aprenderam. De objetos feitos de material reciclado a uma venda de doces e bolos, eles inovam e se divertem.

Os pequenos estudantes que integram as turmas de jardim de infância usam de garrafas PETI para fazer brinquedos e objetos decorativos. Os painéis coloridos espalhados pela sala de aula, são expressões sobre o meio ambiente, algumas com manchas em preto, é uma forma de falar da poluição. O trabalho está integrado na mostra de arte, que integra as seis temáticas da feira, as outras são: meios de transporte, frutas e vegetais, animais e comércio.

A diretora do Colégio Padrão, Geane Lucas da Cruz, lembra que o resultado da feira é o do conhecimento adquirido dentro da sala de aula e ganha amplitude quando trabalho no evento. “É um momento em que os conhecimentos que eles adquiriram são trabalhados e repassados aos visitantes, por isso, todos os estudantes se envolvem muito para realizar a feira”, conta.

Aprender - Para entender um pouco mais de como funciona o valor da moeda, estudantes da 4ª série foram um dos destaques da feira, ensinando sobre comércio. Eles acharam curioso o fato de que antes as mercadorias eram trocadas entre si, e que isso mudou com a criação de uma moeda, que em cada país tem seu valor. “Não imaginava que era assim, que o valor do dinheiro foi criado depois. Eu não sabia nada de comércio, aprendi agora”, diz Uchebena Quenn, de 9 anos.

A professora Lucilene Serato, é responsável pela apresentação teórica feitas pelos estudantes sobre o comércio. E a professora Carmem Nunes, pela parte prática, em que barracas funcionaram como pequenos empreendimentos em que os alunos tornaram-se vendedores.

Valores - Assim como a colega, Patrick Lima, 10, diz que sabia pouco sobre comércio, agora fala até o conceito de exportação e importação. “Eu sabia só um pouco sobre comércio, mas foi antes do trabalho da feira que aprendi como funcionava a troca, hoje o valor da moeda e sobre importação e exportação. Isso é bom pra gente aprender o valor das coisas”, diz o rapaz. “A Feira de Conhecimento permite interatividade e dinamismo entres os alunos, e é motivo para sentirem-se valorizados e responsáveis”, comenta Lucilene.

 

 
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Rio Branco-AC, 26 de maio de 2007
   GIRO GERAL
Com Moisés Alencastro
   NA TRIBO
Com Roberta Lima
   PORONGA
Da Redação
 
 
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