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Do Editor |
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Um número considerável das residências de Rio Branco que recebem água do Saerb não possui hidrômetro, aquele aparelho utilizado para medir o consumo. Isso ocorreu por vários motivos, mas o principal deles se deve ao fato de as administrações anteriores da autarquia nunca terem tido verdadeira preocupação com a cobrança do serviço prestado. Outro motivo é que nunca antes havia prestado o serviço que propôs oferecer à comunidade com eficiência. Por conta disso, poucos são os consumidores que pagavam suas contas de água, até porque raras eram as vezes em que a água caía nas torneiras. Hoje a situação é outra, completamente diferente do que era há pouco mais de um ano e meio. É bem verdade que ainda há muitos lares sem água tratada, mas a qualidade do serviço prestado atualmente pelo Saerb melhorou sensivelmente. Não há mais aquelas enormes panes que deixavam regiões inteiras da cidade sem água, muitas vezes a cidade inteira. O abastecimento está regularizado em todos os bairros e tende a ser ampliado com os investimentos feitos pelo Estado e prefeitura. Nada mais justo, portanto, que, a partir de agora, o Saerb queira cobrar o que lhe é de direito. Isso se dará com a instalação de quase 12 mil novos hidrantes em 29 bairros da cidade. A cobrança é fundamental para que a empresa possa sobreviver. Cabe ao Saerb, porém, garantir que todos paguem. É de conhecimento público que há muitos “gatos”, ou seja, há muitas pessoas que consomem água e não pagam porque realmente não querem e usam o artifício das ligações clandestinas para consumir sem pagar. Contra esses somente uma fiscalização mais eficaz resolverá. |
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