| COTIDIANO | |
As crônicas de Leila Jalul em Suindara
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Depois de doze anos que foi publicado Coisas de Mulher (1995), livro de poesias de Leila Jalul, a escritora nos brinda com Suindara. A pausa entre uma publicação e outra não estacionou a criação de Leila. A cronista, poeta e artista plástica costuma publicar seus escritos nos jornais e blogs, como o do jornalista Altino Machado, uma colaboração que lhe rendeu muitos leitores. Suindara que traz capa do artista plástico acreano Fernando França e criação gráfica de Branco Medeiros, será lançado nesta sexta-feira (27), às 20 horas, na Tentamen. Ao mergulhar na leitura de cada crônica de Suindara nos deparamos com histórias vividas na infância pela autora, que com sua verve literária traz à tona personagens que ganham vida e passeiam entre o real e o imaginário. Leila conta que o livro traz fatos e histórias de pessoas que viveram no Acre nos últimos 55 anos. “Os personagens vivem situações tristes e cômicas que podem ser perfeitamente identificadas por quem viveu no Estado nesta época. Pode ser a história de qualquer pessoa que lembre do que viveu e goste de amar”. Foi o jornalista e amigo Élson Martins que sugeriu o nome do livro com o título de rasga-mortalha, que foi trocado pela autora por Suindara por sua sonoridade única. “O Élson ao perceber que a maioria dos personagens do livro já tinha falecido sugeriu o nome de rasga-mortalha, mas achei forte e resolvi procurar o significado da palavra e me deparei com o nome Suindara, que vem do tupi”. | |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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