| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
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Do Editor |
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| Que corregedoria é essa? É lamentável a posição tomada pela Polícia Militar no caso do policial Erick Maciel, que disparou contra o carro do juiz federal Jair Facundes na noite de segunda-feira. Apesar do acontecido e de outras denúncias apresentadas, inclusive por este Página 20, nada aconteceu até o momento contra o militar, nenhuma punição se avizinha. Pelo contrário, ele foi vergonhosamente premiado com um “salvo-conduto” concedido pelo Comando-Geral. A corregedoria, por sua vez, nenhuma atitude tomou até o momento porque o juiz não fez uma “denúncia formal” ao órgão. Parece brincadeira. Veja, leitor, será que essa corregedoria não teria o poder de agir de forma espontânea, motivada pelas notícias dos jornais e televisão? E olhe que não foram poucas, pois não se fala em outra coisa na cidade desde o ocorrido. Ou será que seus membros não lêem jornais ou não assistem à TV? Fica patente nesse caso que o corporativismo impera e impede que maus elementos sejam definitivamente excluídos dos quadros da corporação. Ou será que não é corporativismo claro o policial em questão continuar no serviço ativo e ainda com um “salvo-conduto” que o protege? A PM do Estado está perdendo uma grande oportunidade para provar que mudou e que não é mais aquela que envergonhava o Acre há alguns anos. Ainda há tempo para corrigir o problema, mas isso só vai ocorrer quando o corporativismo for banido da instituição. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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