COTIDIANO

Basa premia iniciativas pelo desenvolvimento sustentável

Entrega do Prêmio Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente aconteceu em Brasília no último dia 22

 


O Banco da Amazônia fez na terça-feira, 22, a entrega do Prêmio Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente, em solenidade para mais de 250 convidados no hotel Blue Tree, em Brasília. Três trabalhos ficaram empatados em primeiro lugar e dividiram o prêmio equivalente a US$ 100 mil: Décio Ferreira de Oliveira, do Rio de Janeiro, com o projeto “Produção Sustentável de Fibras Têxteis”; Marcelo Luiz Perini Tarachuk, do Mato Grosso, com o projeto “Turismo, Educação e Pesquisa na Amazônia”; Maurício Munhoz Ferras, do Mato Grosso, com o projeto “Biodiesel de Mamona e Dendê em Área Degradada”.

Também foram premiados com passagens aéreas para a Amazônia os concorrentes, entre doze finalistas, que apresentaram os melhores trabalhos em categorias definidas por faixa etária: o mais jovem, até 35 anos, ficou com Jean Carlos Cardoso, de São Paulo, com o projeto “Seleção e Aproveitamento Econômico de Espécies Vegetais Nativas da Amazônia”. Entre os concorrentes com idades entre 35 e 65 anos, foi escolhido Kléber Augusto Bechara de Oliveira, do Amazonas, com o projeto “Turismo Ecossocial, Educação e Capacitação”. Na categoria Sênior, para concorrentes acima de 65 anos, o projeto premiado foi o de Michiyuki Kemmotsu, de Tóquio (Japão), pelo projeto “Proteção Ambiental da Região Amazônica”.

O ministro da Integração Nacional, Pedro Brito, participou da solenidade e destacou a adequação da atuação do Banco da Amazônia à Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), de forma “eficiente e ousada”. “É a prova de que uma instituição financeira pode, emulando o melhor da inteligência interna e externa, descobrir e financiar novos empreendimentos que proporcionem o desenvolvimento sustentável da mais rica região do planeta”. Para o ministro, a iniciativa do prêmio revela uma nova estratégia de negócios do banco.

O presidente Mâncio Lima Cordeiro ressaltou a intenção do Banco da Amazônia em estimular projetos ligados a ecossistemas de negócios, que podem conciliar o econômico, o social e o ambiental, fruto da procura, pelo Banco da Amazônia, do desenvolvimento com respeito ao meio ambiente.

Mâncio Lima Cordeiro declarou que caso o Brasil quisesse adotar o modelo de preservação do ambiente natural executado, por exemplo, na Finlândia, precisaria de 6 milhões de fiscais da floresta, o que seria impossível de se executar. “Essa é a razão pela qual acredito que a preservação da floresta deva acontecer não pela ordem, mas pela paz, com o envolvimento de toda a Amazônia neste processo”, declarou, em uma referência ao entendimento necessário das necessidades e possibilidades de desenvolvimento da região.

“Como se apregoa que a Amazônia é a solução para o mundo, então que se envolva todo o mundo nesse esforço por uma solução”, disse Mâncio Lima Cordeiro, explicando o porquê do Prêmio Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente buscar contribuições de idéias em todo o território nacional e também no plano internacional, o que efetivamente aconteceu, pois, entre os mais de 300 trabalhos inscritos, houve contribuições de todos os continentes.

“Todos nós acreditamos que os negócios de hoje na Amazônia não serão os mesmos negócios do futuro, mas os negócios do futuro certamente serão desenvolvidos com os parceiros de hoje”, completou Mâncio Lima Cordeiro.

A entrega do Prêmio Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente foi transmitida via TV, ao vivo, para todas as Gerências Regionais do Banco da Amazônia, com a presença de jornalistas e de membros das comunidades onde o Banco atua na região. A entrega do prêmio, em Brasília, foi testemunhada por empresários brasileiros e estrangeiros, representantes de classe, investidores, pesquisadores e dezenas de pessoas interessadas no futuro da Amazônia.

 

 
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