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Secretaria de Saúde promove oficina sobre prevenção de DSTs/Aids Palestra teve como principal enfoque levar aos presentes informações atualizadas sobre as doenças sexualmente transmissíveis |
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Com o objetivo de levar informações atualizadas sobre as Doenças Sexualmente Transmissíveis e a Aids, a secretaria Municipal de Saúde, promoveu ontem à tarde, a “Oficina de Sexo Seguro com a Mídia”, no auditório da Fundação Nacional de Saúde. A enfermeira técnica Iana Sarah fez uma pequena apresentação das DSTs ao longo da história, delimitando as principais características e tratamento a que cada pessoa infectada é submetida; com especial enfoque à prevenção e aos cuidados que se deve ter com a Aids. “A idéia da oficina é levar novos dados sobre as doenças sexualmente transmissíveis à imprensa; para que ela possa atuar como mediadora no trabalho de prevenção e informação junto à população”, destacou a Enfermeira Técnica, Iana Sarah. Segundo levantamento feito pela Área Técnica de DST/Aids, da secretaria Municipal de Saúde, no período de 1987 a agosto de 2006 foram detectados 311 casos positivos do vírus HIV no estado do Acre. Rompendo o estigma de que a doença só atinge as pessoas do chamado “grupo de risco”, prostitutas, homossexuais e dependentes químicos; os dados apontam para um retraimento percentual nesse grupo e um aumento considerável de casos de mulheres contaminadas. Segundo Iana Sarah, isso se deve ao “voto” de confiança que a mulher dar ao seu parceiro, marido ou namorado, depois que a relação vai se estabilizando e passa a não pedir mais que ele use a camisinha. “Temos conhecimento de uma senhora que foi infectada com vírus HIV pelo marido, o fundamental então é precaver-se, mesmo que a relação seja longa e estável”, explicou. A Aids - Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, causada pelo vírus da imunodeficiência humana HIV, teve o seu primeiro caso registrado no início da década de 80. No Brasil, os primeiros casos confirmados ocorreram em 1982, no Estado de São Paulo. Inicialmente, foi associada a “grupos de risco”, tais como homossexuais, prostitutas, dependentes químicos e hemofílicos, localizados em grandes centros urbanos. A associação da doença aos “grupos de risco” disseminou a falsa noção de que as pessoas não pertencentes a estes “grupos” estariam “a salvo da ameaça”. Por outro lado, reforçou preconceitos e estigmas vigentes contra algumas minorias. A epidemia, ao longo dos anos 80 e 90, tem atingido homens, mulheres, jovens e crianças, indistintamente: indivíduos de diferentes segmentos sociais, com graus de instrução diferenciados, de diversas etnias, habitantes de grandes centros urbanos e cidades de pequeno porte, nas mais remotas regiões do país, de diferentes religiões e orientações sexuais. No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde (Boletim Epidemiológico Aids fev/99), foram notificados 155.590 casos de Aids entre 1980 e fevereiro de 1999. Desses, 20.064 referem-se a pessoas entre 15 e 24 anos, ou seja, 13% do total . A faixa etária de 25 a 34 anos concentra o maior número de notificações acumuladas: 67.267, ou seja, 43,23% do total de casos. Considerando-se que o portador do HIV pode viver em média durante 10 anos sem apresentar os sintomas da doença, estima-se que o número de pessoas que se tornaram HIV-positivas, na faixa etária de 15 a 24 anos, pode ser elevado. Desenvolver ações de prevenção voltadas para a população foi o objetivo da “Oficina de Sexo Seguro com a Mídia”. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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