| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
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Do Editor |
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| Na mesma Até o começo da tarde de ontem, o Tribunal Regional Federal da 1a Região (TRF1) não havia se manifestado em relação ao pedido feito pelo Ministério Público Federal (MPE) de cancelar o vestibular 2007 da Universidade Federal do Acre (Ufac). A demora na resposta preocupa os alunos aprovados no certame, que temem a possibilidade de passar por novo processo estafante de provas. No entanto, os dirigentes da Comissão Permanente de Vestibular (Copeve) garantem que o exame obedeceu aos trâmites corretos e que estão com a consciência do dever cumprido. Sabe-se que dessa vez não existe a “mão” do Jorge Lobo, fraudador famoso no país e que há pouco tempo deu muita dor de cabeça para a Justiça acreana. Porém, o MPF ainda acredita que foram cometidas irregularidades no dia das provas e que os candidatos reclamantes podem ter alguma razão quando desconfiam de que pode ter havido facilitação de “colas” por displicência dos realizadores. O clima de insegurança não é só dos alunos, mas também de seus pais e parentes, que correm o risco de terem comemorado o ingresso dos filhos na universidade antes da hora. A agonia da espera pode acabar a qualquer momento mediante da decisão da desembargadora Selene Maria de Almeida do (TRF1). Resta saber o que ela vai resolver sobre o impasse. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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