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Do Editor |
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Uma questão de educação É comum observar no Acre cenas de motoristas que param o carro em cima da faixa de pedestres, que avançam o sinal vermelho e dirigirem completamente embriagados. Isso, quase sempre, sem serem incomodados pela polícia. Em todos esses casos, eles abusam da velocidade e colocam em risco a própria vida e a dos outros. Do mesmo modo, não é raro ver carros estacionados em locais proibidos e em cima das calçadas, atrapalhando o direito de ir e vir do pedestre (cena fácil de ser vista em frente ao Banco Real, no centro da cidade). As infrações nesse sentido são constantes, cabendo às pessoas que transitam nesses locais a impotência e o silêncio diante da falta de educação dos condutores. Em se tratando de falta de educação, esse é um fator que infelizmente, se manifesta em todos os setores, independentemente da camada social, da cor, da crença, da raça ou da nacionalidade dos indivíduos. Essa ausência de “boa formação” também serve como pano de fundo para a violência estampada nas manchetes dos jornais em cada início de semana. Sem ofensa aos que colocam a boa educação em prática, um indivíduo desprovido de “educação” e de “formação” pode ser comparado àquele que chuta o cachorro e bate na mulher em casa, rasga livro, cospe no chão, arrota ma mesa, joga lixo pela janela do carro, degrada o meio ambiente e põe a responsabilidade sobre tudo o que vê de errado, inclusive na necessidade de uma mudança de postura, na administração pública. |
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