| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
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Do Editor |
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| Alívio geral A decisão tomada pela desembargadora Celene Maria de Almeida, do Tribunal Regional Federal da Região 1 (TRF1), de manter o resultado do vestibular 2007 da Universidade Federal do Acre (Ufac), serviu de alívio para os candidatos aprovados no certame. Apesar de o Ministério Público Federal (MPF) ainda manter uma Ação Civil Pública tramitando no Estado, o processo de matrícula e início das aulas na instituição corre normalmente. A princípio, foi a 3ª Vara Federal que se colocou contra o pedido de anulação feito pelo MPF, vindo o resultado do TRF1 reforçar o anseio da maioria dos futuros acadêmicos, que aguardam o início das aulas. É possível ter uma tranqüilidade geral, já que o resultado de uma ação civil pública, como a que foi impetrada pelo MPF, costuma demorar, e até o momento todas as decisões foram favoráveis à continuidade do certame. O fato também tranqüiliza os pais dos candidatos aprovados, que questionavam todos os dias sobre a demora no resultado do processo judicial. Constam no MPF as denúncias de alguns candidatos que se sentiram prejudicados no dia das provas. Isso inclui a falta de energia elétrica, o número insuficiente de cadeiras nas salas e a falta de fiscalização em relação à troca de informações entre os candidatos que haviam terminado as provas primeiro e os que permaneciam nas salas de aula. Mesmo com o processo correndo na Justiça, a Comissão Permanente de Vestibular (Copeve) não interrompeu o calendário de provas, assim como a Ufac cumprirá seu calendário de matrícula e início das aulas, marcado para o dia 7 de maio. Até segunda ordem, a tranqüilidade é geral, mas se houver alguma determinação contrária da Justiça, a instituição já deixou bem claro que a ordem é obedecer. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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