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Cursos dão novas oportunidades de trabalho a jovens 48 jovens marceneiros são formados pela prefeitura |
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Os jovens foram incluídos no Projeto de Fortalecimento do Arranjo Produtivo Local de Móveis e Artefatos de Madeira, que tem o apoio da Agência de Desenvolvimento da Amazônia (ADA) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o Sebrae. Além deles outro grupo de 15 mulheres concluíram o curso de acabamento de móveis e peças de decoração, cujo objetivo foi o de agregar sementes e fibras regionais em móveis e peças decorativas. Leila Diniz, uma das novas decoradoras, está otimista agora. “Às vezes a nós mulheres, não nos dão o valor que merecemos, mas somos muito competentes e queremos fazer parte desta inclusão social, porque podemos ser pobre, mas temos vontade de trabalhar”, disse ela, emocionada por deter o novo ofício. Em 2006, o Município já havia capacitado 25 marceneiros na área de fabricação de móveis estilizados e agora, os novos formados poderão trabalhar na confecção de pequenos objetos de madeira, aproveitando os resíduos da produção dos marceneiros. O principal objetivo do programa é a qualificação formal técnica da mão-de-obra empregada nas marcenarias de Rio Branco e promover a criação de novos padrões nos designers de móveis. Angelim defende incentivo ao cooperativismo O prefeito de Rio Branco, Raimundo Angelim, acredita que o desperdício de madeira tenderá a acabar na proporção em que novos profissionais de marcenarias forem se formando. “Quanta madeira vemos desperdiçada por aí, que poderia estar sendo trabalhada nas marcenarias. Por isso, defendo que precisamos incentivar o espírito do cooperativismo e do associativismo, buscando novos mercados e aumentando a distribuição de renda”. Neste sentido, a Coopermóveis (Cooperativas de Moveleiros de Rio Branco) assinou recentemente contrato com a empresa Vez, da Rede Magazine de São Paulo, para a fabriacação de 2.900 peças de madeira, que serão revendidas em São Paulo, gerando um lucro de R$ 75 mil aos cooperativados. “Queremos fortalecer este trabalho, inclusive com a produção de um catálogo com os produtos ofertados e a realização de feiras”, afirma Paulo Braña, coordenador do Trabalho e da Economia Solidária, da Prefeitura de Rio Branco. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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