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Do Editor |
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| A provocação pepessista A visita dos governadores de Rondônia, Ivo Cassol, e de Mato Grosso, Blairo Maggi, no momento em que o Acre vive uma das maiores crises ambientais de sua história, pareceu uma triste provocação por parte dos dirigentes estaduais do PPS, partido do ex-deputado Marcio Bittar. Os dois governadores participaram ontem de encontro do partido, realizado com o fim de deflagrar campanha de filiação. Cassol e Magri são tidos como os maiores devastadores da Amazônia. Cassol tem promovido invasões de terras indígenas e contribuído para a derrubada de matas nativas. Magri foi recentemente premiado com o troféu “Motosserra de Ouro” pela ong Greenpeace por seu Estado ter sido o que mais promoveu o desmatamento no país. A crise ambiental vivida pelo Acre hoje é resultado dos desmatamentos desordenados e das queimadas, ou seja, de resquícios de um modelo de desenvolvimento implantado em governos anteriores que ignorava a ecologia e o meio ambiente. Por tudo isso, a visita de Cassol e Magri parece ser provocação. Mas não é. Eles estão aqui porque é como eles que o PPS acreano pensa. Por diversas vezes seus dirigentes defenderam os modelos econômicos de Rondônia e Mato Grosso. Bittar e seus aliados acreditam que o Acre é melhor com suas florestas no chão e vê em Ivo Cassol e Blairo Maggi seu mais perfeito paradigma. |
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