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Aldo quer congelamento de salários do Supremo |
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O deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), presidente da Câmara e candidato à reeleição, defendeu sexta-feira o congelamento dos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Durante debate com os outros dois parlamentares que almejam o cargo - Arlindo Chinaglia (PT-SP) e Gustavo Fruet (PSDB-PR)-, Aldo empurrou para o Judiciário a conta dos supersalários e tirou de seus ombros a responsabilidade pela tentativa frustrada, em dezembro, de reajuste de 91% nos subsídios dos parlamentares. Segundo ele, a maioria das lideranças votou pelo aumento. Ao falar dos maiores contracheques do País, Aldo apontou para outra instituição, o Ministério Público, onde estão concentrados salários que superam em muito o teto do funcionalismo. “Em 2003 havia paridade de salários dos parlamentares com os ministros”, disse Aldo no auditório do jornal Folha de S. Paulo, onde ocorreu o debate de duas horas, referindo-se aos titulares do STF. “Hoje, em todas as carreiras do Judiciário, sem exceção, estaduais e federais, duvido que haja um juiz ou promotor, qualquer uma dessas carreiras, que ganhe menos de R$ 20 mil.” O presidente da Câmara destacou que os ministros do Supremo ganham R$ 24,5 mil “e já existe projeto de reajuste para 25 mil e poucos (reais)”. Ele ressaltou que, apenas em São Paulo, mais de mil servidores do Judiciário ganham acima do teto. “Temos que estabelecer um teto para todas as carreiras públicas, do Legislativo, do Judiciário e do Executivo”, insistiu Aldo. “Devemos congelar os salários dos ministros do STF. Acho que é uma medida moralizadora, que estabelece um mínimo de equilíbrio e isonomia.” (Agência Estado) |
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