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Do Editor

 

Amazônia: todos somos responsáveis

É comum pensar que as grandes tragédias naturais ou infecção por doenças terminais (como o câncer e Aids) só acontecem na casa do vizinho, principalmente quando envolve, a necessidade da prevenção. Isso também está ocorrendo na concepção de muitas pessoas que ainda não tomaram a consciência de que a Amazônia está sendo devastada ao lado de suas casas e que o resultado pode ser um desastre e uma ameaça com efeitos nefastos para as próximas gerações.

O alerta da Organização das Nações Unidas (ONU) e dos órgãos de proteção do meio ambiente é sério e exige atenção total da coletividade. Há anos os ambientalistas chamam a atenção do mundo para a necessidade de se preservar a natureza como recurso primordial para a continuação da vida no planeta. Muitos chegaram a ser rotulados de loucos e outros de desocupados, mas agora os alertas se confirmam nas mudanças climáticas e na escassez da água causada pela poluição dos rios e igarapés.

Diante da grande extensão do problema que se apresenta, muitos cidadãos podem se questionar, sobre o que eles, como meras pessoas, podem fazer para evitar que o pior aconteça. Nesse caso, hoje não são apenas os ambientalistas chamados de sonhadores que clamam por uma consciência coletiva em defesa das florestas e suas riquezas. O grito ecoa do interior da Igreja Católica e das demais denominações religiosas do país.

Elas dizem que quem tem consciência não polui, não contribui para a destruição das nascentes dos rios e, além disso, assume a posição de defesa da vida.

 

 
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Rio Branco-AC, 28 de março de 2007
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