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Ato público reúne professores e alunos Encontro faz parte da mobilização para que o governo converta a dívida externa do país em recursos para a educação |
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O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Acre (Sinteac) reuniu na manhã de ontem, em frente ao Palácio Rio Branco, professores e alunos de instituições públicas. O encontro marcou o ato público em apoio à mobilização feita pelos profissionais da área em Brasília, que foram as ruas ontem pedir ao governo federal a conversão da dívida externa do país em recursos para a educação. Essa é a luta encabeçada pela categoria esse ano, através da VI Semana Nacional de Educação. Os trabalhadores pedem ainda que mais investimentos sejam feitos na área, como forma de melhorar o nível dos profissionais e, conseqüentemente, a qualidade de ensino no Brasil. Para o deputado estadual Moisés Diniz (PC do B), que deu apoio ao movimento, o governo do Estado também poderia fazer a conversão da dívida que é paga até hoje pela falência do Banacre em investimentos na educação. “Acho que o governo do Estado já pode fazer algo mais do que já faz pela educação, trazendo essa proposta dos educadores para cá. R$ 10 milhões é o valor da dívida paga pelo Estado. Esse recurso faria muita diferença se fosse creditado na educação do Acre”, completa. Durante o ato, os participantes do evento preencheram uma lista de abaixo-assinado, que será encaminhada ao presidente da República com o pedido de que essa luta seja priorizada em sua agenda. “Todos os Estados estão, simultaneamente, passando essa lista. Queremos colher o máximo de assinaturas possíveis para fortalecer a nossa briga em prol do desenvolvimento da educação”, destacou a presidente do sindicato, Elza Lopes. Atividades culturais A mobilização contou ainda com atividades diversificadas, bem como show musical, apresentações de grupos de capoeira, peças de teatro, ‘contação’ de história e oficinas de música. Os alunos de escolas do centro de Rio Branco foram os principais convidados da programação. “Eles foram liberados por suas instituições sem nenhum problema, uma vez que essas atividades são culturais e acrescentam no seu desenvolvimento”, completou a presidente. |
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