| COTIDIANO | |
Rio começa a sofrer efeitos da estiagem Período seco se aproxima com previsões de ser comparado ao ano de 2005, o mais quente da história do Acre |
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O Estado pode passar este ano pela mesma situação crítica de estiagem enfrentada em 2005, quando o Rio Acre atingiu a cota mais baixa de toda a história, deixando a maior parte da cidade sem abastecimento de água por pelo menos três meses. A previsão se baseia na atual vazante que o afluente vem sofrendo, como conseqüência do período de estiagem que este ano chegou mais cedo e com uma visível aceleração diária. Na manhã de quinta-feira, as águas do rio marcavam 6,02 metros. No início da semana a marca era de 7 metros. Os dados são da Defesa Civil Estadual, que apontam que uma média de 30 centímetros das águas do Rio Acre vem vazando por dia. “É preocupante, sim, o que vem acontecendo com o Rio Acre. No ano passado, nesta mesma época do ano, o nível das águas estava um pouco acima e o índice de chuvas também era maior. Este ano a estiagem parece ter chegado com um pouco mais de intensidade”, destacou o técnico da Defesa Civil Estadual Carlos Cordeiro. Cordeiro informou que o volume de chuvas influencia na gravidade da estiagem. Como este mês choveu cerca de 170 mililitros até agora, a situação não é das melhores. Em meses considerados dentro da normalidade, chovem aproximadamente 300 mililitros. “As chuvas que acontecem aqui no Estado não tem mantido o rio estável. Se formos comparar os dias de chuvas com as medições do nível das águas do rio, feita no mesmo dia, veremos que o rio continuou perdendo água, mesmo com a chuva”, reforçou. Para evitar a correria do ano de 2005 - quando militares e autoridades foram pegos de surpresa com a situação atípica - algumas ações já vem sendo planejadas a fim de reduzir os prejuízos. O Corpo de Bombeiros, por exemplo, está equipado e pronto para atender chamados referente à queimadas. Além disso, já está trabalhando ações preventivas nas áreas propícias à incêndios. Ainda hoje, por volta das 9 horas, um quartel da corporação será inaugurado em Epitaciolândia, o qual atenderá toda a região do Alto Acre, abrangendo Assis Brasil, Brasiléia e Xapuri, além do município de Epitaciolândia. Nesta região foram registrados os maiores índices de incêndios no ano passado. Com a implantação do quartel, a expectativa é de que a partir de agora haja um controle mais rígido, que tanto previna a floresta, quanto evite prejuízos diretos à população. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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