| VARIEDADES | |
Fire Angel: agora em coletânea no Brasil e Alemanha |
|
Formada em 1999, com a influência do heavy metal tradicional e melódico, e apresentando o que chama de Metal Amazônico, a banda Fire Angel comemora um novo momento na carreira, em que foram convidados a participar da coletânea gaúcha Rock Soldiers Vol. XIII (UGK Disccos), previsto para ser lançado no Brasil e na Alemanha, no primeiro semestre deste ano. Um outro importante passo, é que o grupo está no Big Head Studio, gravando o primeiro cd independente, que conterá dez músicas abrangendo os oito anos de atividade, e será lançado no fim do ano. Formada por João Neto (vocal), Adão Ribeiro (Guitarra), Josan Barbosa (guitarra), Lindomar Dantas (baixo), William de Paula (teclados) e James Emerson (bateria), a banda soma mais de 100 apresentações que fazem deste grupo, uma referência no havy metal no Acre. Confira a entrevista que eles concederam ao Página 20, em que falam da história da banda e projetos. A FIRE ANGEL tem 8 anos de estrada. O estilo da manda é o mesmo do início da carreira? Algo muito verdadeiro conosco e com os fãs, nossas músicas estão lá, como nos palcos, nossa essência foi mantida, pois nunca iremos fazer mudanças bruscas de estilo para pegar um mercado mais “eclético”, não nos focalizamos nesse sentido, nem correremos esse perigo, somos uma banda de HEAVY METAL, que respeita nossas raízes e de todos que nos acompanham desde o início. Vocês sempre falam do preconceito com o heavy metal, ele ainda é forte? E como o enfrentam? Existe, mas não ligamos para o preconceito, como o nome já diz, é um conceito apressado, um julgamento sem antes ler os laudos, uma total falta de conhecimento e informação sobre o assunto. Eu só tenho a lamentar sobre isso. Mas é por questões assim que o HEAVY METAL é um movimento imortal. E o que fala a música feita pela Fire Angel? Tentamos fazer um disco conceitual, falando de temas que fogem do cotidiano, falamos de fé, o mal encarnado na terra, sinais apocalípticos e etc. Alguns temas que ficam na sua cabeça diariamente, assuntos esotéricos, místicos, sobrenaturais. Tudo gira em torno disso, acho muito bom compor temas informais, isso dá uma magia à música em si. A banda visa somente palcos acreanos ou o sonho é ir mais longe? Atualmente estamos participando da coletânea ROCK SOLDIERS VOL XIII de Pelotas/RS. Entre todas as bandas do Brasil e do Exterior, Marivan Ugoski, proprietário do selo UGK DISCCOS ( dois C`s mesmo), nos convidou após ouvir uma Demo independente que colocamos no site www.bandasdegaragem.com.br. Esse selo tem muito respeito no Brasil e no exterior. Grandes bandas de renome já participaram dele, existe um extenso currículo no meio do rock, afinal, são treze anos existindo e divulgando bandas do Brasil na Europa. Em 90 dias receberemos os CDs para divulgação. Além disso, existem propostas de participações em mais duas coletâneas, uma de Minas Gerais e outra de São Paulo. Quanto à gravadoras, o próximo passo é esperar contatos enquanto lançamos o nosso primeiro CD (Independente), tocar em todos os locais possíveis e preparar material novo para 2008.
E como está o projeto de lançamento do Cd da banda? Começamos as gravações das Demos em outubro de 2006 , como esse processo é demorado, acho que até outubro de 2007 tenhamos terminado todo o CD, saindo somente para a parte de shows e divulgação. No contexto geral, acho que ficará um trabalho decente e honesto, estamos gravando em um bom estúdio (Big Head Studio), que nos proporcionará mostrar o nosso trabalho com qualidade. Vocês também irão produzir o Cd. Como será esse processo? Todos nós da banda faremos uma parte em todo esse processo demorado e desgastante, faremos o melhor possível no curto prazo de dez meses, as gravações terão que rolar bem. Através desse processo, teremos experiência para trabalhar muito melhor no futuro. O que o Acre precisa fazer pelo heavy metal? O mais difícil já foi feito, desde os anos 80 nós conseguíamos fazer eventos e festivais independentes com certa freqüência, não eram muitos, mas levando em consideração o número de bandas que tínhamos, ficava razoável, e ainda havia que suportar o preconceito. O movimento já trouxe algumas bandas e músicos importantes do Brasil, como o Eterna, Glory Opera, Mário Linhares do Harllequin e ex Dark Avenger e Stell Warrior. Além disso, fundamos uma associação de músicos e produtores independentes há cinco anos, que gerou vários eventos na capital e estamos no momento realizando o Intermunicipal do Rock – projeto aprovado pela FEM em 2006. Isso só confirma que devemos nos organizar ainda mais para conseguirmos mais eventos importantes e de maior impacto cultural na sociedade. |
|
|
|
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
| |
| COTIDIANO |
| COLUNAS |
| CHARGE |
| EDITORIAL |
| ENTREVISTA |
| ESPECIAL |
| ESPORTE 20 |
| POLÍTICA |
| OPINIÃO |
| VARIEDADES |
| EDIÇÕES |
| EXPEDIENTE |