| COTIDIANO | |
Imac mantém controle sobre a extração de areia |
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O Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) acompanha com rigor a extração de areia no solo e nos leitos dos rios em todo o Estado. A Gerência de Recursos Hídricos do Imac mantém um sistema de regras e monitoramento que permite manter a situação sob controle com o menor impacto possível ao ambiente. Em um exemplo desse controle, a draga (embarcação específica para extração da areia) tem necessariamente de operar no eixo do rio. Além disso, foram abolidas técnicas que destroem a vegetação das margens. “Nos rios o sistema de dragagem de areia é feita por sucção, onde ela decanta e a água retorna para o rio”, explicou Solange Pereira, geóloga do instituto. A Gerência de Recursos Hídricos exige três licenças para permitir o trabalho de uma draga. Outros órgãos, como o Departamento Nacional de Pesquisa Mineral (DNPM), Gerência de Patrimônio da União (GPU) e Ministério Público Estadual também fiscalizam e orientam a atividade. O número de dragas cresceu muito nos últimos dez anos no Acre devido à evolução da construção civil. Há 19 balsas extratoras em atuação nos rios de Rio Branco. Em todo o Vale do Acre a extração é feita apenas pela dragagem. Na região de Cruzeiro do Sul, a areia é retirada da superfície do solo. Há dragas em Xapuri (1), Plácido de Castro (2), Epitaciolândia (2), Assis Brasil (1) e Brasiléia (1). Seminário - No próximo dia 27 de julho, o DNPM realizará em Rio Branco um seminário sobre recursos minerais com ênfase na extração de areia. O evento será dirigido aos usuários e empresas do ramo, apresentando informações como licenciamento e sua importância na legalização da atividade. | |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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