| OPINIÃO | ||
| EDITORIAL | ||
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Do Editor |
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| Todos contra o fogo A Secretaria Municipal de Meio Ambiente reforçou a fiscalização para o combate das queimadas urbanas na cidade. Essa prática é comum na região, mas é responsável pela poluição do ar responsável pela grande maioria das doenças respiratórias registradas no período de estiagem. As maiores vítimas são as crianças e idosos. Por isso as queimadas são proibidas em todas as épocas do ano. Outro grave problema causado pelas queimadas urbanas são os incêndios, que causam prejuízos materiais e ameaçam a segurança da população. A questão é cultural. No Acre as pessoas sempre se acostumaram a atear fogo no mato para limpar os quintais, bem como para se livrar do lixo doméstico. Mas essa é uma prática prejudicial e precisa ser combatida com vigor. O caminho é a educação. Há casos, porém, em que a prefeitura e os demais órgãos de fiscalização ambiental têm que agir com energia. Esses são os dos proprietários de terrenos baldios, onde o mato cresce sem nenhum controle. Ali qualquer fagulha pode provocar incêndios. A ação da prefeitura deve ser contundente, pois não se admite que o Acre viva outra vez o que se passou em 2005, quando a poluição do ar atingiu um dos maiores índices já registrados no Estado. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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