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Romeu Tuma quer votação aberta no processo contra Renan

Senador diz que colegiado tem que ser solidário aos relatores

 


Priscilla Mazenotti

Brasília - O corregedor do Senado, Romeu Tuma (DEM-SP), defendeu o voto aberto no julgamento da primeira representação contra o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), no Conselho de Ética.

“O colegiado tem de ser solidário aos relatores, que mostram a cara e dão o seu voto. Não há justificativa para o voto secreto dos outros senadores”.

Na próxima quinta-feira (30), os três relatores do processo vão apresentar o relatório. Renan é acusado de quebra de decoro parlamentar por ter despesas pessoais supostamente pagas por um funcionário de uma construtora.

Caso não haja pedido de vista, a expectativa é de que esse relatório seja votado na própria quinta-feira.

Ao contrário de Tuma, o presidente do Conselho de Ética, senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO), defende o voto fechado. Na sexta-feira ele informou que pediu parecer sobre isso à Consultoria Jurídica do Senado.

O Regimento Interno é omisso nesses casos, mas os senadores alegam que a votação da cassação de Luiz Estêvão, em junho de 2000, foi fechada, o que abriu precedente para o caso de Renan. (Agência Brasil)

 
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Rio Branco-AC, 28 de agosto de 2007
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