| COTIDIANO | |
Prefeitura estimula prevenção no Dia de Combate ao Câncer |
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Palestras, atividades recreativas, exames de prevenção dos cânceres de colo uterino, de mama, do câncer de pele e do câncer da próstata, além da verificação do nível de nicotina e do monóxido de carbono nos pulmões de fumantes, foram alguns dos serviços oferecidos. “Trata-se de um dia de alerta, e, esta semana será também toda de mobilização. É preciso que as pessoas procurem consultar um médico e que venham aos postos de saúde fazer os exames oferecidos diariamente”, recomenda Maísa Gonçalves de Araújo, responsável pela área técnica da Saúde da Mulher, da Secretaria Municipal de Saúde. No Dia de Combate ao Câncer, para que as pessoas comparecessem em maior número possível, o Município fez uma ampla divulgação nos bairros periféricos, por meio de seus agentes de saúde baseados nos módulos de saúde da família. O chamado repercutiu. Pessoas como Maria Alves de França, de 47 anos, atenderam a convocação de consultar um especialista. Ela caminhou quatro quilômetros desde a sua casa, no bairro Santa Inês, para fazer o exame de câncer de colo de útero. “Com saúde não se brinca e sempre faço o exame preventivo porque é uma garantia de que posso viver muito mais”, diz ela. Adail dos Santos, de 52 anos, iria pela segunda vez se submeter ao exame da próstata. “Tudo o que vemos aqui é para o nosso bem-estar e encaro com seriedade. Quanto ao exame não preciso ter receio”, frisou, referindo-se ao preconceito que muitos homens ainda alimentam pelo exame do toque retal, no diagnóstico de exames do câncer de próstata. Conforme levantamento da Associação de Apoio as Pessoas que fazem Tratamento de Saúde fora do Estado do Acre, o câncer encabeça a lista de motivos para que as pessoas viajem em busca de tratamento. Em 2000, das 1.273 pessoas que foram em busca da recuperação fora do Estado, 462 eram por problemas relacionados à oncologia. Em 2001, esse número subiu para 773, de um total de 2.024 pacientes com problemas de cardiologia, de neurologia, de ortopedia e de oftalmologia. Em 2002 foi para 802, de um universo de 2.074 pessoas doentes. Nos anos seguintes as estatísticas aumentaram. Em 2003 viajaram 1.259 pacientes; em 2004 foram 1.110 e em 2005, 1.433 pessoas buscaram auxílio médico em outro estado por problemas relacionados ao câncer. Em 2006, até outubro passado, 1.385 pessoas tinham buscado tratamento em câncer. A maioria – 950 – era de mulheres. A falta de um hospital especializado é o grande motivo para que muitas pessoas precisem ser tratadas fora. Por isso, as campanhas preventivas são, na opinião dos especialistas em saúde, as melhores formas de se evitar a doença, reduzindo também a necessidade da transferência para outros centros médicos avançados pelo País. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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