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FRASE
“A vida de senador é uma delícia! Viagem para a Suíça, mordomias. É melhor que ir para o céu ... Porque para ir para o céu é preciso morrer primeiro...” Senador Mão Santa (PMDB-PI) Diesel no debate Acertou quem disse que o governo do Estado ganhou muito quando o deputado-fiscal, também chamado de Luis Calixto, deixou de exercer suas funções na Secretaria da Fazenda para virar político. Ontem, ele declarou, em um jornal local, que o recolhimento do ICMS sobre o óleo diesel corresponde a 70% de toda a arrecadação do Estado. Só que não explicou que isso não acontecia quando ele era o responsável pela arrecadação estadual. Quer dizer: não existia esforço dele em arrecadar. A arrecadação vinha por imposição legal, na forma de substituição tributária. Percentual menor A bem da verdade, hoje, todos os combustíveis juntos, inclusive o álcool, representam somente 30% da arrecadação. Como se percebe, o percentual é bem diferente do apresentado pelo líder da oposição. Quem tenta fazer política com a mentira tem carreira curta. Energia elétrica Quanto ao ICMS da energia elétrica, segundo técnicos da Fazenda estadual, ela não só não é a maior do país, como é a mais justa. A tributação da energia no Acre pode ser 0%, 12%, 17% ou 25%, dependendo da faixa de consumidor. Quer dizer: paga mais quem tem maior porte econômico. Quem não tem não paga nada. Essa lei foi aprovada em 2002, inclusive com a colaboração do deputado-fiscal, que era da base aliada do governo. Participação ínfima Atualmente, a participação do combustível na energia elétrica do Acre é mínima, já que a geração é feita pelo “linhão” da termoelétrica de Rondônia. Mesmo assim, apesar da queda do consumo desse combustível, a arrecadação total do Estado não deixou de crescer. Até o fim do ano deve chegar a R$ 400 milhões. Mal na base A verdade é que os fiscais da Sefaz não estão nem um pouco satisfeitos com as afirmativas do fiscal-deputado. Afirmam que nesse assunto Calixto nunca devia abrir a boca porque tudo que for dito poderá depor contra ele. Em foco O internauta pode acompanhar o que rola nas sessões da Aleac em tempo real. O “Deputado EmFoco” publica assuntos abordados por cada parlamentar em seu pronunciamento na tribuna. Essa é uma ação da Coordenadoria de Comunicação da Assembléia, visando aproximar parlamentares e população. Em apenas um dia, mais de 400 acessos ao site foram registrados. Para acompanhar, visite a página da Aleac: www.aleac.ac.gov.br. A quem atrapalha Legítima sob todos os aspectos, a candidatura do ex-vereador Raimundo Barros, o Raimundão, foi construída dentro da Fetacre, tendo o professor José Fernandes do Rêgo como mentor. Ela, ao contrário do que muitos pensam, não vai atrapalhar muito a candidatura do cientista político Ermício Sena. O prejudicado pode ser o pré-candidato Manoel do Ibama (PSB). Conversa de amigos Demonstrando que não está disposto ao conflito, Raimundão visitou Ermício Sena em sua casa. Os dois conversaram bastante e rechaçaram qualquer possibilidade de rompimento. Ermício coordenou a campanha do primo de Chico Mendes para prefeito em 2004. Para dentro Raimundão foi aconselhado pelo próprio Ermício a trazer sua candidatura para ser debatida dentro do PT. Do jeito que está sendo construída, pode parecer que outras forças externas estão tentando criar a cizânia. O conselho será seguido. Voto longe Santa Rosa do Purus está ficando importante. Dois pré-candidatos a deputado federal - Sérgio Petecão (PMN) e Fernando Melo (PT) - foram os únicos políticos que prestigiaram o aniversário do município. A dupla é conhecida por gostar de ir buscar voto longe. Wilker Galvez Depois de interpretar o presidente Juscelino Kubitschek na minissérie apresentada recentemente pela Rede Globo, o ator José Wilker deverá aparecer como Luiz Galvez na minissérie escrita pela acreana Gloria Perez sobre a história do Acre. Roni fora Até parentes do ex-deputado Ronivon Santiago (PP) apostam que ele não será candidato a deputado federal este ano. Já o próprio Roni garante que, além de concorrer, ele será o mais votado. Palhaçada e política Para conquistar votos, tem pré-candidato pensando em contratar palhaços para animar suas campanhas. Faz sentido. Afinal, muitos deles fazem da política uma grande palhaçada. Rei das Ongs Acusado de utilizar esquema de organizações não-governamentais para tocar sua candidatura à Presidência da República, o peemedebista Anthony Garotinho vai se dar bem aqui em Rio Branco, onde chega hoje para conversar com correligionários. Ong é o que não falta por essas bandas. Óculos escuros Deputado da base oposicionista estava no início da semana no hall da Aleac distribuindo óculos de sol comprados a quilo na cidade boliviana de Cobija. Durante a distribuição, ele ofereceu a “tela” para um simpatizante do governo, que respondeu: “Não quero não! Ao me doar esses óculos escuros, você quer me impedir de ver as obras realizadas pelo governador Jorge Viana”. Hora de melhorar Com um panfleto do deputado federal Júnior Betão (PL) convocando a juventude para participar do lançamento de uma cartilha voltada para os jovens no domingo, aluna do CEBRB fez a seguinte a pergunta a um colega na saída da escola: “Maninha, que hora são 16 horas?”. Essa é uma demonstração de que muita coisa precisa melhorar. Boca torta Não é apenas na organização do Campeonato da Imprensa que o Sindicato dos Jornalistas deixa de seguir o regulamento. No Prêmio José Chalub Leite, a menina dos olhos da diretoria, erros bisonhos aconteceram. No mais recente, deixaram de encaminhar para a apreciação dos jurados matéria inscrita no concurso. A informação do “esquecimento” foi revelada pelo próprio presidente da comissão julgadora. O uso do cachimbo deixa a boca torta. Peladão Como não segue o regulamento, o Sinjac poderia muito bem acatar a sugestão do jornalista Demóstenes Nascimento: transformar o campeonato num peladão da imprensa. Tucanos O jornalista Ronald Freitas, da revista Época, revela que o PFL tomou a decisão de adiar para 24 de maio a indicação do vice na chapa de Geraldo Alckmin (PSDB). Isso é sinal de que o PFL teme o fracasso da candidatura tucana. Em 1994, quando FHC se elegeu pela primeira vez, o partido de ACM e Bornhausen, que sente o cheiro do poder, apresentou Guilherme Palmeira como vice no dia 3 de maio. A essa altura, todas os palanques estaduais estavam definidos. Em agosto, Palmeira foi substituído por Marco Maciel depois que se descobriu que um assessor do senador alagoano recebera dinheiro de uma empreiteira. |
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