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Centro Lydia Hammes é tema e palco de exposição histórica “Torre Cultural” é a mais nova realização da Fundação Garibaldi Brasil voltada à valorização a bens patrimoniais |
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Inúmeros lugares em Rio Branco são freqüentados diariamente por tanta gente, mas são poucas as que sabem da história que há por trás de paredes, pisos e quintais. Muitas até querem conhecer os mistérios que Rio Branco esconde para narrá-los e passá-los adiante da forma mais antiga que existe: A oral, uma vez que é do contar e ouvir que se aprende não só a história que está nos livros, mas a história na sua essência, com os seus segredos e emoções. O Centro Cultural Lydia Hammes, inaugurado há 10 anos, representa um baú histórico de grande importância para o desenvolvimento do município de Rio Branco. E tantas crianças lá praticam atividades como artes marciais e dança, sem saber que suas sapatilhas pisam onde tanta gente, um dia, pisou ansioso, nervoso, tão triste com alguma despedida ou tão feliz com alguma chegada. Os idosos que formam o grupo da Terceira Idade sediado ali no Lydia Hammes recorreram à Fundação Garibaldi Brasil para expor os seus desejos de olhar as fotos para apontar aos jovens as tantas mudanças pelas quais o lugar já atravessou. E desvendar, junto aos mais novos, os mistérios escondidos por trás daquelas paredes. E dividir toda essa história com as criancinhas do balé, do teatro e com os jovens da capoeira. Exposição - É nesse sentido que, no próximo domingo (30), sob as festividades do 3º Arraial do Grupo de 3ª Idade Redescobrindo a Vida, será inaugurada, às 9horas, no Centro Cultural Lydia Hammes, a exposição “Torre Cultural”, que será permanente e que apresentará, por meio de textos e fotos, a importância do prédio, sua trajetória, as atividades que lá são oferecidas, além de fazer uma homenagem à mulher que o nomeia: A Lydia Hammes, esposa de Guiomard Santos. “Os idosos que freqüentam o local sabem um pouco da história, mas os jovens não fazem idéia. Através da exposição, estamos tentando valorizar a área de memória do espaço, para que os visitantes possam vê-lo de forma diferente”, afirma Aretuza Araújo, coordenadora do Patrimônio Histórico e Turístico da Fundação Garibaldi Brasil. A exposição será permanente, podendo passar por algumas manutenções conforme a necessidade. De acordo com Aretuza, uma série de atividades direcionadas à área de memória, englobando a educação patrimonial, a valorização dos bens patrimoniais e o incentivo ao turismo, também serão realizadas em cada espaço cultural da Fundação Garibaldi Brasil e nos CRA´s em nas regionais de Rio Branco. |
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