| COTIDIANO | |
Morte de Francisco Dantas e Aldemir Pereira continua sem solução Polícia ainda não apresentou os culpados pelo crimes |
|
As mortes brutais do coordenador do DST/Aids Francisco Dantas e do professor da rede pública Aldemir Pereira de Andrade continuam sendo investigadas pela polícia, que até o momento não apresentou os culpados para a sociedade. Os dois assassinatos foram cometidos de forma fria, sendo que a polícia trabalha com a hipótese de crime passional em ambos os casos. No caso de Dantas, por exemplo, a polícia já tem quase certeza de que se tratou de crime passional e mantém preso o principal suspeito, o servente de pedreiro Rafael Pereira de Abreu, 22, que confessou fazer programas com mulheres e homossexuais. Preso desde o início do mês, o rapaz não admite autoria do crime, sendo que os investigadores trabalham com provas materiais e testemunhais, já que ele teria contado aos amigos, com riqueza de detalhes, o que havia feito contra a vítima desde o encontro com ela até o momento em que se livrou do corpo, em um canto isolado da cidade. A morte de Dantas repercutiu nacional e internacionalmente, pois seu trabalho voltado para a prevenção das DSTs e defesa das classes era conhecido e respeitado pelas diversas autoridades de saúde no país. O coordenador desapareceu na madrugada do dia 4 deste mês, depois de trabalhar em uma campanha preventiva no Parque de Exposições Marechal Castelo Branco. O corpo dele foi encontrado três dias depois, tendo sido iniciada a busca pelo autor do caso. O assassinato do professor Aldemir Pereira foi cometido pouco mais de uma semana após a morte de Francisco Dantas. Em ambos os casos, os algozes agiram de forma cruel e violenta. Dantas recebeu um golpe “mata-leão” e foi asfixiado até a morte, sendo que Aldemir foi esfaqueado na altura da clavícula e espancado em seguida. Ambos os casos são considerados complexos pela polícia, que investiga todas as hipóteses, não descartando inclusive que Aldemir tenha sido vítima de crime passional e que os culpados possam ter preparado o ambiente para parecer latrocínio, que é o roubo seguido de morte. | |
|
|
| COTIDIANO |
| COLUNAS |
| EDITORIAL |
| ENTREVISTA |
| ESPECIAL |
| POLÍTICA |
| OPINIÃO |
| VARIEDADES |
| EDIÇÕES |
| EXPEDIENTE |
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |
|
|