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Entre janeiro e julho, governo economiza 3,35% do PIB para pagar juros da dívida |
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Brasília - As contas do governo central, que incluem o Tesouro Nacional, o Banco Central e a Previdência Social encerraram o mês de julho com superávit primário (economia que governo faz para pagar juros da dívida) de R$ 5,052 bilhões. O resultado é pouco inferior ao de junho, que chegou a R$ 5,188 bilhões. De acordo com o relatório divulgado ontem pela Secretaria do Tesouro Nacional, em julho, as receitas somaram R$ 43,117 bilhões e as despesas, R$ 38,065 bilhões. No acumulado de janeiro a julho, o superávit primário foi de R$ 47,695 bilhões, o que representa 3,35% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas as riquezas produzidas no país). No período, as receitas somaram R$ 286,303 bilhões e despesas, R$ 238,608 bilhões. O superávit primário do acumulado do ano foi 14,9% superior ao obtido no mesmo período do ano passado. “As receitas vêm crescendo em função do desempenho da economia, da evolução do nível de preços e da massa salarial e por conta de ingressos dos programas de parcelamento junto à Secretaria da Receita Federal, à Procuradoria Geral da Fazenda Nacional e ao INSS”, diz o relatório, ao justificar a elevação em 13,2% nas receitas na comparação com igual período de 2006. Entre janeiro e julho, as despesas cresceram praticamente na mesma proporção: em 12,9%. Segundo o relatório, subiram em 18,3% os gastos vinculados ao salário mínimo; em 22,3% as despesas do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) com abono salarial e seguro desemprego; e em 14% os gastos relacionados à despesa com pessoal e encargos. (Agência Brasil) |
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