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Vigilância confirma controle do rotavírus |
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Os oito óbitos confirmados de crianças vítimas do rotavírus aconteceram ao longo do ano, e, portanto, não se trata de um surto, afirma a gerente de Vigilância Epidemiológica do Estado, Mônica Morais. Ela disse que o controle vem acontecendo a contento em todos os municípios acreanos, com mais intensificação naqueles em que se confirmam alguns casos de contaminação, como Xapuri, Plácido de Castro Feijó e Tarauacá. “A contaminação por rotavírus acontece pela falta de saneamento, que é uma grande carência no nosso país. Mas é bom que se deixe claro que não há um surto no Estado. São casos isolados que vem aparecendo e que estamos conseguindo manter sob controle”, destacou. Mais de 30 técnicos da vigilância desencadeiam os planos juntamente com profissionais do materno-infantil e da Vigilância Ambiental. O trabalho ganhou mais força nos últimos meses, entretanto, trata-se de uma ação que vem sendo executada desde o começo do ano, segundo a gerente. A gerente faz um comparativo entre o número de óbitos confirmados no Estado no ano passado e diz que a ação tem trazido resultados satisfatórios. “61 crianças foram a óbito no ano passado no Acre. Oito morreram em Rio Branco. Este ano nenhuma criança morreu na capital e o total de oito divulgado aconteceu em todo o Estado”, reforça. As equipes espalhadas nos municípios estão trabalhando com notificações de casos, envio de informações novas à capital, orientações em escolas, em unidades de saúde e outros locais com grande concentração de pessoas, além de encaminhamentos. Mônica Morais diz que a falta de saneamento é um grande problema, facilitador para a proliferação do vírus. No entanto, ela destaca que são necessárias algumas mudanças de hábitos por parte dos pais para evitar que os filhos sejam contaminados ou mesmo para que eles se recuperem rápido dos sintomas. “A família tem que estar constantemente atenta à hidratação da criança, manter uma alimentação leve e saudável, e principalmente, manter a higiene do bebê. Nos centros de saúde estão sendo distribuídos hipocloritos, que devem ser dissolvidos na água para trata-la”, completou. |
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