| OPINIÃO | ||
| CRÔNICA DE DOMINGO | ||
José Augusto Fontes |
||
Limite |
||
Se falo, disfarce revelo Se afirmo, não acredite Meu limite é minha voz Quando parto, resta o eco Quando chego, faço que digo Quando revelo, aconchego Na minha voz, meu enredo Quando fico, ela é viagem Quando calo, acontecimento Num momento, miragem Essa minha palavra é segredo Quando anunciada é enfeite Quando encabulada, confete Se perdida, não enxergo Se sai de nós, vai desavisada Se intensa, desarticulada Minha palavra é o que fica E implica, justifica, tudo e nada Dita, alegoria do pensamento Escrita, a emoção do momento Calada, limite do fingimento. |
||
| COTIDIANO |
| COLUNAS |
| ENTREVISTA |
| ESPECIAL |
| ESPORTE |
| POLÍTICA |
| OPINIÃO |
| VIA PÚBLICA |
| EDIÇÕES |
| EXPEDIENTE |
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |
| ANCELMO GÓIS |
| Com Ancelmo Góis |
|
|