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O que as mulheres precisam saber sobre a ‘pílula do dia seguinte’ |
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Com a chegada do período do carnaval, as equipes de saúde de todo o país se mobilizam para levar às ruas mais uma campanha de prevenção contra a aids e as demais doenças sexualmente transmissíveis, incluindo a gravidez indesejada. Esse último ponto é o foco do tema que se desdobra a seguir, levando em contra que nem todas as mulheres têm acesso a informações sobre a “pílula de emergência” ou “pílula do dia seguinte”. O medicamento é um contraceptivo que elimina a possibilidade de gravidez se tomado até 72 horas após a relação sexual sem o uso de nenhum tipo de anticoncepcional ou preservativo. A situação de instabilidade nesse sentido é mais comum durante os períodos de festas como o carnaval, quando a sensação de euforia passa a fazer parte ativa da fantasia dos casais. No Acre, apesar de o medicamente não ser totalmente conhecido pela população, a chefe Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas, da Secretaria Estadual de Saúde, Gerlívia Maia, afirma que a procura existe e que o produto pode ser adquirido na Maternidade Bárbara Heliodora e postos. Ainda assim, ele deve ser usado com critérios, não se tratando de um medicamento abortivo e ou preventivo contra doenças sexualmente transmissíveis. “A contracepção de emergência é uma forma que a mulher tem de evitar uma gravidez, e é bom que fique claro que não se trata de um abortivo”, frisa. Segundo ela, existem protocolos para que a mulher tenha acesso ao comprimido, cabendo às interessadas se dirigirem a uma unidade de saúde para que o profissional habilitado possa lhe dar a informação correta e fornecer a medicação. O medicamento também é usado nos casos de abuso sexual, quando a mulher corre o risco de engravidar em conseqüência do ato. | |
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