COTIDIANO

Acusado de matar Gil Betão continua foragido da polícia

Crime aconteceu na madrugada do último domingo, em Porto Velho

Ecos da Notícia
Gil Betão foi assassinado a
tiros na capital de Rondônia


Whilley Araújo

Até a tarde de ontem, o principal acusado de matar o pecuarista Gil Betão, Luciano Gomes Simão, não havia se apresentado à polícia rondoniense, conforme havia sido anunciado por seu advogado. Ele é suspeito de ter efetuado os dois tiros que mataram o irmão do ex-deputado federal Junior Betão, na madrugada do último domingo, em frente a um motel em Porto Velho.

Mesmo assim, a delegada Iracy Gadelha, da Divisão de Homicídios da Polícia de Rondônia, assegura que vem mantendo contato com a advogada do acusado e diz que somente com o interrogatório dele poderá ser solucionado o caso e a Justiça poderá dar para a sociedade os esclarecimentos que motivaram o assassinato do pecuarista.

“Já estamos trabalhando com uma única hipótese, que é de crime passional, mas precisamos de várias informações para dar seqüência a esta investigação”, acrescentou.

Ela informou que as duas mulheres que presenciaram o assassinato já foram ouvidas pela polícia e as versões contadas por elas são tidas como duvidosas pela equipe de investigação do crime. As duas garotas - uma delas menor de idade e considerada pivô do crime - disseram que receberam um telefonema da sua mãe dizendo que o filho de uma delas estava em casa chorando. Então pegaram carona no carro de Gil Betão para irem até a casa, mas os rapazes as teriam levado direto para o motel.

A pivô do crime, que tem um filho de dois meses, contou que havia rompido o relacionamento com o principal acusado do crime há cerca de 20 dias. O depoimento esclareceu, ainda, que as duas garotas permaneceram no veículo do pecuarista após o assassinato, contrariando assim a versão que havia sido noticiada pela imprensa ontem, quando foi dito que elas teriam seguido com os acusados após o crime.

 

 
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Rio Branco-AC, 30 de janeiro de 2008
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