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POLÍTICA

Pequenos empresários protestam em frente à Câmara de Vereadores

Horário de funcionamento e taxas de impostos são reivindicações

Marcos Vicentti
Reivindicações foram fixadas
em cartazes e exibidas durante
protesto na Câmara ontem


Andréa Zílio

Acreditando que unidos eles serão ouvidos, pequenos empresários que integram o Sindicato de Comércio, Bares e Mercearias do Acre (Sindibar), fizeram manifesto com cartazes ontem, em frente a Câmara dos Vereadores pedindo o apoio dos parlamentares em suas reivindicações.

Os homens e mulheres pedem que seja revisto as exigências feitas para o funcionamento dos estabelecimentos. Eles dizem que a nova determinação da Justiça quanto ao horário de funcionamento dos bares e pequenas mercearias também se tornou problema, quando diminuiu o tempo de atividade, mas em momento algum os impostos também baixaram de valor, pelo contrário, aumentaram.

As insatisfações não param por aí, as exigências de legalização dos empreendimentos são tantas, que eles alegam não ter condições financeiras para manter o padrão que estão pedindo. Além disso, mostram insatisfações com a segurança pública e pedem mais apoio, contam casos de comércios que sofreram doze assaltos durante um ano, no Calafate.

No fim de semana, os empreendimentos considerados de 3a categoria, definido pelo porte do local, pode funcionar até às 22h, e os de 2a categoria até às 23h.. “Os horários diminuíram, estamos trabalhando menos, mas nossos impostos continuam o mesmo valor ou até mais caro”, diz a comerciante Maurília da Silva.

O presidente do Sindbar, Manoel do Carmo, conta que foi dado a eles o prazo de dez dias para regularização dos estabelecimentos, mas o que parecia ser fácil, tornou-se um grande problema. Ele alega que as existências são muitas diante das condições financeiras de grande parte dos proprietários, e mesmo os que podem fazer isso, o prazo é desleal. Cada comerciante já paga hoje alvará de segurança, vigilância sanitária, taxas de corpo de bombeiro, extintor de incêndio, som, sinuca, letreiro, Inmetro e o IPTU.

“Se a intenção dos órgãos competentes é de organizar a categoria eles estão nos prejudicando. Se esses estabelecimentos fecharem são mais de 8 mil desempregados”, diz.

O vereador Márcio Batista confirmou que hoje, às 10 horas, alguns parlamentares receberão os integrantes do Sindibar, para ouvirem as reivindicações e então atuarem a respeito do problema.

 
 
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Rio Branco-AC, 30 de março de 2007
   GIRO GERAL
Com Moisés Alencastro
   NA TRIBO
Com Roberta Lima
   PORONGA
Da Redação
 
 
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