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PRF entra na luta contra as queimadas Órgão é um dos integrantes da força-tarefa criada pelo governo federal para evitar danos ao meio ambiente |
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Os patrulheiros da Polícia Rodoviária Federal (PRF) integram a força-tarefa que os órgãos ambientais formaram para evitar as queimadas rurais e urbanas. Eles realizam o monitoramento em toda a área de jurisdição federal, no sentido de evitar que pessoas ateiem fogo ao longo das rodovias, o que é comum nesta época do ano. O trabalho também atende a uma recomendação da Promotoria de Defesa do Meio Ambiente do Ministério Público Estadual (MPE). No início da segunda quinzena deste mês, o órgão pediu que o Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) e o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) proibisse o uso do fogo para a prática de atividades da agricultura extensiva e pecuária. No ano passado foram registrados vários focos de incêndios ao longo das rodovias, causados por pontas de cigarros jogadas pelas janelas dos carros, ou pelas mãos de agricultores displicentes quanto às normas. Este ano as autoridades estão mais atentas e dispostas a punir os responsáveis pelas queimadas. O inspetor Peregrino Silveira lembrou que atualmente existem tecnologias e satélites de última geração capazes de fotografar até o solo no fundo do rio, o que significa que os focos de incêndios podem ser identificados com maior facilidade e combatidos com maior rapidez. “O bom seria que ninguém queimasse, e o trabalho realizado pela força-tarefa também é prevenir por meio da conscientização. No entanto, se não houver a participação ativa da sociedade não haverá um resultado positivo. É preciso que todos estejam envolvidos na busca do objetivo comum”, lembrou. A ação do MPE, das polícias e dos demais órgãos ambientais visa evitar o problema registrado no ano passado, quando as queimadas fugiram do controle e a fumaça cobriu o céu acreano. No período, dezenas de pessoas, em maioria crianças e idosos, lotaram os hospitais e postos de saúde com problemas respiratórios. A recomendação do Ministério Público culminou na suspensão, por 75 dias, das autorizações para queimadas em Acrelândia, Bujari, Capixaba, Plácido de Castro, Porto Acre, Rio Branco, Senador Guiomard, Assis Brasil, Brasiléia, Epitaciolândia, Xapuri e Sena Madureira. Após esse prazo, a autorização de queima para a agricultura de subsistência, de até no máximo um hectare, poderão ser permitidas dependendo das condições climáticas. |
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