OPINIÃO
   EDITORIAL

Do Editor

 

A luta contra a Aids

A Aids mata mais de 5,7 mil pessoas por dia no mundo e contamina outras 6,8 mil, de acordo com os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Esses são números preocupantes que mostram a realidade da doença que se tornou o mal do século. Eles crescem apoiados na ignorância, no preconceito e na inoperância das políticas de saúde, principalmente as adotadas nos países do Terceiro Mundo.

Enquanto o mal se espalha, algumas iniciativas buscam a redução dos índices de infecção por Aids através de campanhas de conscientização. A principal delas acontece todos os anos no dia 1º de dezembro. É nessa data que é realizado o Dia Mundial de Luta Contra a Aids.

Um dia, porém, não é suficiente para a ampla conscientização. Por isso, setores do governo e organizações não-governamentais mantêm programas voltados para ações constantes de disseminação de informações, distribuição de preservativos e apoio às vítimas da doença. No Brasil, esse tipo de programa fez a política de combate à Aids uma das mais eficientes do mundo.

É preciso, porém, muito mais que isso para pôr fim à Aids. As campanhas têm que ir mais adiante para arregimentar multiplicadores das informações, pois enquanto houver pessoas desinformadas a Aids continuará se propagando.

 

 
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Rio Branco-AC, 30 de novembro de 2007
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