| COTIDIANO |
| COLUNAS |
| EDITORIAL |
| ENTREVISTA |
| ESPECIAL |
| POLÍTICA |
| OPINIÃO |
| VARIEDADES |
| EDIÇÕES |
| EXPEDIENTE |
| POLÍTICA | |
Caso Roberto Filho: audiência é adiada Pedido de habeas-corpus para pai e filho teve prazo expirado e audiência foi transferida para próxima quinta-feira |
![]() Advogado Sanderson Moura exibiu painel de fotos dos clientes tentando sensibilizar magistrados |
O ex-deputado estadual Roberto Filho e o filho dele, Beteto Júnior, continuam presos na Unidade de Recuperação Francisco d’Oliveira Conde. Na manhã de ontem, os dois tiveram uma chance cancelada de serem soltos em razão de o parecer do pedido de habeas-corpus ter expirado. Segundo o advogado da família do ex-deputado, Sanderson Moura, o habeas-corpus fora encaminhado ao Ministério Público Estadual há mais de uma semana. Por lei, o órgão tinha um prazo de dois dias para divulgar um parecer. Mas isso só foi feito seis dias depois, o que torna inválida qualquer decisão acerca do pedido. “A pauta da audiência de hoje [ontem] era para ser o pedido de habeas-corpus. Mas em razão do atraso do Ministério Público a audiência foi suspensa”, argumentou o advogado, Sanderson Moura. A audiência seria no anexo do Tribunal de Justiça, da avenida Ceará. Em frente ao prédio, familiares e amigos de Roberto Filho e Bebeto Júnior protestaram contra a prisão da dupla. Painéis com fotos e frases de pessoas próximas foram expostos, criando um clima de comoção no local. Com o cancelamento, a previsão é de que a audiência ocorra na próxima quinta-feira. Esta semana o procurador do MPE Sammy Barbosa se pronunciou pela primeira vez em nome do órgão. Ele disse que a história do Acre mudou e que no Estado não há mais espaço para “Hildebrandos”. Para ele, a ação do MPE por meio do Grupo de Combate ao Crime Organizado é fundamental para a transformação da história. A prisão do ex-deputado Roberto Filho e do filho Bebeto Júnior já dura 22 dias. Os dois foram presos após o Ministério Público expedir um pedido de prisão analisado e acatado pela juíza da 2ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco Denise Bonfim. O documento elaborado pelo MPE denuncia o suposto contato feito pelo ex-deputado com um pistoleiro para encomendar a morte do juiz da 4ª Vara Criminal Clóvis Cabral, da promotora da Promotoria de Defesa do Consumidor, Alessandra Marques, e do suplente a assumir a vaga da deputada Naluh Gouveia na Assembléia Legislativa do Estado, Josemir Anute. |
|
| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Com Leonildo Rosas |
|
|