| COTIDIANO | |
Capacitação para atendimento de vítimas de violência sexual Treinamento visa fortalecer rede em benefício das mulheres |
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Prestar serviços às mulheres vítimas de violência sexual, com ações resolutivas que vão desde o atendimento emergencial para evitar a manifestação de doenças sexualmente transmissíveis até o atendimento psicológico, é algo que exige conscientização sobre os traumas que essas pessoas vivem e a necessidade de ações rápidas. Partindo desse pressuposto, vários profissionais participam de uma capacitação para atuar de forma integrada. A idéia é formar uma espécie de rede que visa o atendimento à saúde como porta de entrada para essas vítimas. A formação tem duas etapas e está sendo realizada pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesacre), por meio da área técnica de Saúde da Mulher, em parceria com o Ministério da Saúde. Na primeira etapa a abordagem foi feita para cerca de 30 profissionais que trabalham nesse tipo de atendimento e integram a rede. A segunda etapa foi realizada ontem, direcionada a 17 profissionais médicos da capital e do interior do Estado. Iolanda Vaz, do Ministério da Saúde, diz que o objetivo da capacitação é dar suporte técnico ao profissional que lida com a mulher violentada sexualmente, e o trabalho em rede permite uma ação mais eficaz e rápida. Essa parceria entre o governo do Acre e o governo federal vem sendo feita desde 2004 para que a rede se consolide. “Partimos de que a violência é um fenômeno social que atinge o ser humano em dor corporal, moral e emocional, e a rede permite que os profissionais atuem para tentar diminuir o impacto desse trauma. É uma atenção à saúde da vítima imediata”, comenta Iolanda, que veio ao Estado acompanhada da coordenadora nacional do Serviço de Atendimento às Vítimas de Violência Sexual, Ione Brum, e da médica do serviço, Lília Takamoto. A coordenadora da área técnica de Saúde da Mulher, Gerlívia Maia, fala da importância da eficácia do trabalho. “Se a pessoa violentada não for atendida adequadamente, as marcas ficarão muito mais fortes. Se esses profissionais não estiverem integrados a essa concepção, o trabalho não flui da mesma forma e não tem o mesmo resultado.” A rede tem como principal objetivo ajudar as mulheres. A prioridade é elas, que são as vítimas, segundo os profissionais da rede. |
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| GIRO GERAL |
| Com Moisés Alencastro |
| NA TRIBO |
| Com Roberta Lima |
| PORONGA |
| Da Redação |
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